<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451</id><updated>2012-02-19T01:47:26.658-03:00</updated><title type='text'>CINEMATÓGRAFO XXI</title><subtitle type='html'>O cinema visto com os olhos de um novo século</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>44</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1339883701934730926</id><published>2007-12-08T09:59:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:25:55.965-03:00</updated><title type='text'>Bagdad café</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Esse texto foi produzido para a matéria Crítica Cinematográfica. Infelizmente o professor definiu que a crítica deveria ser estruturalista: missão bem difícil quando se trata de um filme tão belo e emocional como Bagdad Café.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141593958990971090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R1qcduDzgNI/AAAAAAAAAiE/_3azQ90WVlY/s320/bagda.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Bagdad Café, do diretor Percy Adlon, é um clássico do cinema europeu que, apesar de datar de 1987, é atual e, me arriscaria a dizer, atemporal. Com um roteiro que mescla simplicidade e surrealismo, conta a história de Jasmim, uma mulher que abandona o marido após discussão e encontra no meio da estrada uma espécie de lanchonete, posto de gasolina e hospedaria que levam o nome do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A estranha, que inicialmente é alvo da personalidade forte de Brenda, dona do bar, conquista espaço aos poucos e acaba levando alegria e mágica ao ambiente, antes austero, do Bagdad Café.&lt;br /&gt;Logo no início da trama, chamam a atenção as câmeras posicionadas de maneira irregular que dão a sensação de desequilíbrio e conflito durante a briga de Jasmin com o marido. Já os closes são utilizados em diversos momentos da película, destacando objetos dos mais inusitados, principalmente as peças chamativas e ostensivas dos figurinos das personagens- como colares, botas e fivelas. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há também cenas de estilo surreal e, logo, de difícil interpretação, deixando margem para questionamentos acerca da veracidade de alguns momentos da história. O diretor utiliza, por exemplo, por diversas vezes a imagem de um rapaz jogando um bumerangue. É provavelmente uma metáfora sobre a vida, que pode gerar múltiplas interpretações, mas pode também ser encarada pelo espectador simplesmente como um momento de pura beleza do filme. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A trilha sonora merece destaque. Explora principalmente a música “Calling You”- indicada ao Oscar de Melhor Canção Original, uma espécie de lamúria melancólica e profunda que reflete perfeitamente o clima de solidão do deserto e das personagens de Bagdá Café. Todas as vezes que o filho de Brenda tenta quebrar esse clima com uma canção alegre ao piano, a mulher o impede de tocar, deixando a sensação de que não há espaço pra sentimentos harmoniosos naquele lugar. Mas é com “Brenda, Brenda” que o filme encontra seu ápice tanto na trilha sonora, quanto no enredo. A animada canção é executada em uma espécie de musical dentro da trama e soa como a resposta para as transformações realizadas por Jasmin na vida de todos que freqüentam o local, mas principalmente na vida de Brenda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141594465797112034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R1qc7ODzgOI/AAAAAAAAAiM/M5JNaDMkvzE/s400/Bagdad11.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, são nas interpretações que o filme encontra sustento do início ao fim. Marianne Sägebrecht confere uma humanidade tão grande à Jasmin que fica difícil definir o que exatamente nos cativa nela. Já CCH Pounder faz uma Brenda na medida: que sabe irritar de tão rude e gritona, mostra vergonha ao reconhecer os deslizes (como toda pessoa grosseira que se preze) e se transforma em outra quando se depara com a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um filme simples, tocante e para se refletir sobre o efeito que as pessoas causam em nossas vidas e sobre que efeito causamos nelas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vídeo pra quem já assistiu matar as saudades!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://uk.youtube.com/watch?v=wHFK2mTDd3M"&gt;http://uk.youtube.com/watch?v=wHFK2mTDd3M&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1339883701934730926?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1339883701934730926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1339883701934730926&amp;isPopup=true' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1339883701934730926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1339883701934730926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/12/bagdad-caf.html' title='Bagdad café'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R1qcduDzgNI/AAAAAAAAAiE/_3azQ90WVlY/s72-c/bagda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-4129085324662711021</id><published>2007-11-19T10:57:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:25:56.562-03:00</updated><title type='text'>Mostra Cinema Conquista 2007</title><content type='html'>Uma vez por ano a minha cidade natal, Vitória da Conquista, que coincidentemente é a &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0GY4G0UoAI/AAAAAAAAAgM/4cINgjXuZ6g/s1600-h/1193422341_mostracinema.jpg"&gt;&lt;/a&gt;terra do mestre do Cinema Novo, Glauber Rocha, dá a seus moradores uma oportunidade de vivenciar o cinema por uma semana inteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0GZsG0UoDI/AAAAAAAAAgk/pMmQyZiTXFE/s1600-h/1193422341_mostracinema.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134554033202438194" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 429px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px" height="161" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0GZsG0UoDI/AAAAAAAAAgk/pMmQyZiTXFE/s320/1193422341_mostracinema.bmp" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ironicamente, a terra de Glauber só &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0GY-20UoBI/AAAAAAAAAgU/6jvN_NU_L0s/s1600-h/1193422341_mostracinema.jpg"&gt;&lt;/a&gt;tem um cinema, com três salas, nas quais são exibidos filmes dos mais comerciais que se possa imaginar e, graças à lei, alguns deles são brasileiros. De toda a programação da mostra – pela primeira vez composta apenas por filmes brasileiros!-, apenas dois filmes passaram pelos cinemas daqui: O ano em que meus pais saíram de férias e Saneamento básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das produções de outros estados, que às vezes nem às locadoras chegam, teremos contato também com curtas e vídeos baianos, aos quais temos menos acesso ainda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Eu me Lembro (2006)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dir: Edgard Navarro&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mostra teve início com o longa Eu me Lembro, do diretor baiano Edgard Navarro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relato autobiográfico de três décadas (50, 60 e 70) da vida do diretor, o filme é baseado em memórias e explora as sensações que acompanharam Navarro ao longo de sua infância e juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0Gb-m0UoFI/AAAAAAAAAg0/YfjCNg7a12A/s1600-h/eu-me-lembro02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134556550053273682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0Gb-m0UoFI/AAAAAAAAAg0/YfjCNg7a12A/s200/eu-me-lembro02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A história se inicia com a visão infantil do personagem “Guiga” sobre o mundo. Neste momento tudo é fantasioso, assistido por frestas de janelas, causa espanto e é nessa fase que o garoto se percebe pela primeira vez no mundo. São aqueles flashes de memória que todos temos da época de criança e que, por mais irrelevantes que possam parecer, marcam a nossa mente de verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na segunda fase, já com onze anos, o menino começa a entender suas relações familiares- sempre marcadas pela forte religiosidade de seus pais- e a descobrir sua sexualidade, fator esse exploradíssimo no filme, de modo a chocar os expectadores mais desavisados (como eu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, já nos anos 70, o jovem se depara com a eclosão do movimento hippie, encontrando nas drogas sua nova fonte de descobertas. É também nesse período que Guiga é levado a mergulhar no seu passado e em tudo que influenciou sua vida até aquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção agrada pela simplicidade das situações vividas pelo garoto e a forma humana como ele as encara. Tais aspectos criam uma grande identificação com o público, principalmente com os que viveram essa época.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0GcNm0UoGI/AAAAAAAAAg8/skANOq16nZw/s1600-h/navarro.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0G5NW0UoII/AAAAAAAAAhM/JRDZ3yRYpI8/s1600-h/PIC_1747.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134588689293549698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0G5NW0UoII/AAAAAAAAAhM/JRDZ3yRYpI8/s200/PIC_1747.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0Ga5m0UoEI/AAAAAAAAAgs/V1U1_E03uaM/s1600-h/navarro.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Edgard Navarro, que esteve presente na mostra, revelou em seus gestos e palavras o motivo de o filme ter cenas tão fortes e escancaradas. Ele é um cineasta inquieto, que não segue padrões e adora romper qualquer cerimônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma abertura à altura das expectativas!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-4129085324662711021?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/4129085324662711021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=4129085324662711021&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4129085324662711021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4129085324662711021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/11/mostra-cinema-conquista-2007.html' title='Mostra Cinema Conquista 2007'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/R0GZsG0UoDI/AAAAAAAAAgk/pMmQyZiTXFE/s72-c/1193422341_mostracinema.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-9121378441625542228</id><published>2007-11-14T20:53:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:25:57.287-03:00</updated><title type='text'>Maravilha do "velho" cinema...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Carta de uma desconhecida (Letter from an Unknown Woman, 1948)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Dir: Max Ophüls&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzuNgf50m_I/AAAAAAAAAfE/kp39NM7B09U/s1600-h/5estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132851789778164722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzuNgf50m_I/AAAAAAAAAfE/kp39NM7B09U/s400/5estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rzuqym0Un7I/AAAAAAAAAfk/UD3bi2tmhog/s1600-h/carta01.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzutKW0Un-I/AAAAAAAAAf8/wZA1WHJmpN0/s1600-h/carta01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132886593754144738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzutKW0Un-I/AAAAAAAAAf8/wZA1WHJmpN0/s200/carta01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Carta de uma desconhecida, do diretor Max Olphüs , desperta nos amantes do cinema, no mínimo, uma grande nostalgia do que já foi o cinema. O cinema dos grandes clássicos, dos filmes que faziam chorar sem romantismo barato e histórias adolescentes e que levavam o público a se levantar das poltronas para aplaudir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme se desenrola a partir de uma carta recebida pelo pianista Stefan Brand (Louis Jourdan), na qual Lisa (Joan Fontaine) conta uma história de amor que desperta em Stefan várias memórias. A partir de então, somos levados por um flashback no qual Lisa, narradora e protagonista, nos conduz pelos detalhes de sua paixão e nos torna confidentes e plenos conhecedores dos fatos e sentimentos envolvidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O romantismo é tão explorado e as situações encaradas por ela são de um amor tão entregue que, de fato, ficamos extasiados e passamos a compartilhar de todas as sensações de Lisa. Desde a vontade de que o amor se concretize, até o ódio nos momentos em que se revelam as fraquezas de Stefan – com o diferencial de que ela o perdoa sempre mais rápido do que nós que assistimos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, contada sob a perspectiva de Lisa – ilusões e sentimentos dela – a narrativa se torna uma arma nas mãos da personagem, que se aproveita da condição de “dona da história” para cativar o expectador e o faz muito bem! Analisando friamente, sem toda a euforia que nos envolve no momento “pós-filme”, é tão nobre assim que uma mulher passe por cima de tudo, todos e de si mesma por um amor?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzurBG0Un8I/AAAAAAAAAfs/UhZrZuGqR3E/s1600-h/Carta_1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132884235817099202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzurBG0Un8I/AAAAAAAAAfs/UhZrZuGqR3E/s320/Carta_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzurF20Un9I/AAAAAAAAAf0/AiDwLhgi02E/s1600-h/Carta_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132884317421477842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzurF20Un9I/AAAAAAAAAf0/AiDwLhgi02E/s320/Carta_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lisa nos convence que sim e seu amor justifica pra ela e pra nós – cúmplices e apoiadores da história- qualquer atitude. Queremos forçar Stefan a olhar pra Lisa como se o sentimento dela fosse tão grande que o obrigasse a perceber e corresponder, mas o preceito básico de um sentimento de verdade não seria justamente não gerar obrigações? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a carta que, à primeira vista é meramente um obj&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzuVrv50nBI/AAAAAAAAAfU/tA1Jo-q2TJ4/s1600-h/Carta_1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;eto de despedida, pode ser interpretada também como meio usado por Lisa para enfim conseguir a atenção que Stefan não dispensou a ela durante todo o tempo. A carta foi uma idéia romântica, sim, mas também inteligente, já que ele a partir dali teria duas escolhas: sofrer de remorso pela lembrança do que significou pra ela ou morrer como forma de redenção. O desfecho não deixa certezas, mas fica a sensação de que ao menos uma vez o amor de Lisa valeu à pena.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filme é lindo, tocante, cinema de verdade e o fato de Lisa ter me enganado tão bem o deixou ainda mais interessante e bem feito. Palmas para Max Ophüls! Uma bela obra do cinema. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-9121378441625542228?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/9121378441625542228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=9121378441625542228&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/9121378441625542228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/9121378441625542228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/11/maravilha-do-velho-cinema.html' title='Maravilha do &quot;velho&quot; cinema...'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RzuNgf50m_I/AAAAAAAAAfE/kp39NM7B09U/s72-c/5estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-8081341020118484333</id><published>2007-10-30T18:03:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:25:58.106-03:00</updated><title type='text'>"O Céu Sobre Berlim"</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Asas do Desejo (Der Himmel über Berlin, 1987) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dir: Wim Wenders&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ryegc8NJLcI/AAAAAAAAAdI/MikBSRCnJ0Y/s1600-h/5estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127243119842635202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ryegc8NJLcI/AAAAAAAAAdI/MikBSRCnJ0Y/s320/5estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ryegc8NJLcI/AAAAAAAAAdI/MikBSRCnJ0Y/s1600-h/5estrelas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyeqjsNJLiI/AAAAAAAAAd0/AghP6kZSCq4/s1600-h/asas-do-desejo05.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127259526617706050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 269px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px" height="248" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyevX8NJLkI/AAAAAAAAAeE/rl0cwNJ5YZk/s320/asas-do-desejo05.jpg" width="286" border="0" /&gt;Cidade dos Anjos&lt;/em&gt; é um exemplo de filme que se enquadra no quesito comercial, tem seus defeitos, mas sempre me tocou. Tive, entretanto, a chance de assistir &lt;em&gt;Asas do Desejo&lt;/em&gt;, filme que originou &lt;em&gt;Cidade dos Anjos&lt;/em&gt;, e que boa surpresa! É uma belíssima obra, sensível, profunda e supera seu sucessor em todos os aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a primeira cena somos levados a mergulhar nos pensamentos de diversas pessoas, o que inicialmente pode ser tedioso, mas que com o tempo se revela uma grande arma de reflexão do filme. Às vezes os pensamentos são tão densos que me vi pausando o filme pra pensar um pouco mais sobre o que tinha acabado de ver. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A fotografia é maravilhosa e o jogo realizado entre o preto-e-branco e o colorido é um grande trunfo utilizado para dar dimensões diferentes à vida de um anjo – eterna, mas sem cor - e a dos seres humanos – finita e cheia de problemas, mas com sensações inegavelmente coloridas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história de amor, que em &lt;em&gt;Cidade dos Anjos&lt;/em&gt; parece ser o único elemento da hist&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyefasNJLZI/AAAAAAAAAcw/H-N4GiWExYM/s1600-h/asas-do-desejo08t.jpg"&gt;&lt;/a&gt;ória, aqui é trabalhada de forma mais sutil e intercalada com vários momentos dos anjos que acompanham os pensamentos das pessoas. Destacam-se os pensamentos de um senhor bem idoso chamado Homero, que todo o tempo desabafa a impossibilidade de contar suas histórias, já que agora todos preferem lê-las – homenagem clara ao Homero grego. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É também Homero que, dentro e fora da biblioteca onde &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyefyMNJLaI/AAAAAAAAAc4/-FGknep-n3k/s1600-h/asas-do-desejo03t.jpg"&gt;&lt;/a&gt;se passam vári&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyemmcNJLeI/AAAAAAAAAdY/-KeOj_xUsQg/s1600-h/asas-do-desejo08t.jpg"&gt;&lt;/a&gt;os momentos do filme, faz reflexões acerca de Berlim, cidade onde se passa a história. A cidade, fortemente atingida por ter sido palco da Segunda Guerra, é mais um dos ricos temas desenvolvidos na película. Em algumas cenas, inclusive, são exibidas partes de documentários que retratam a guerra e a Berlim pós-guerra. Mais um elemento que ao encontrou espaço na adaptação hollywoodiana. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O amor impossível se torna apenas uma metáfora uma vez que, através da escolha feita pelo anjo entre a imortalidade e a humanidade, Wenders desenvolve a principal temática do filme: o conflito humano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É triste ver como &lt;em&gt;Cidade dos Anjos&lt;/em&gt; não captou a essência de &lt;em&gt;Asas do Desejo&lt;/em&gt;... Após ver &lt;em&gt;Asas do Desejo&lt;/em&gt;, a única forma de pensar em &lt;em&gt;Cidade dos Anjos&lt;/em&gt; como menos que um desastre é encará-los como filmes completamente independentes. Se é que isso é possível. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127291648678112882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 406px; CURSOR: hand; HEIGHT: 244px; TEXT-ALIGN: center" height="244" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyfMlsNJLnI/AAAAAAAAAec/lPFp0xk_Lsg/s400/asas.jpg" width="391" border="0" /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RyfDYcNJLlI/AAAAAAAAAeM/5Jx5Va74BkA/s1600-h/asas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-8081341020118484333?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/8081341020118484333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=8081341020118484333&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8081341020118484333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8081341020118484333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/10/asas-do-desejo-der-himmel-ber-berlin.html' title='&quot;O Céu Sobre Berlim&quot;'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ryegc8NJLcI/AAAAAAAAAdI/MikBSRCnJ0Y/s72-c/5estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-4469812910715665</id><published>2007-10-19T17:25:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:25:58.565-03:00</updated><title type='text'>Lendo...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Os cineastas (2002)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Roberto D'Avila&lt;br /&gt;Editora: Bom Texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxkehO_7x6I/AAAAAAAAAcA/YDHzMyEWCa8/s1600-h/livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123159607421421474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxkehO_7x6I/AAAAAAAAAcA/YDHzMyEWCa8/s400/livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Seja por gosto, seja por uma razão cultural, ou até mesmo pela dificuldade de acesso, nos acostumamos a conhecer de forma mais aprofundada o trabalho dos cineastas de qualquer lugar do mundo que não o Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O cinema brasileiro vem passando por um processo de afirmação e isso, de fato, é muito positivo. Entretanto, há aqueles que já marcaram a história e que não podem ser esquecidos, mesmo que produzam (ou tenham produzido) filmes de qualidade questionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso me interessei pelo livro&lt;em&gt; Os cineastas,&lt;/em&gt; no qual Roberto D'Avila entrevista Nelson Pereira, Cacá Diegues, Bruno Barreto, Zelito Viana, Hugo Carvana e Walter Salles. Além das entrevistas, há uma breve biografia de cada um, assim como suas filmografias, fotos dos bastidores e de cenas dos filmes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;PS: Obrigada pelo livro meu bem...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-4469812910715665?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/4469812910715665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=4469812910715665&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4469812910715665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4469812910715665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/10/lendo.html' title='Lendo...'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxkehO_7x6I/AAAAAAAAAcA/YDHzMyEWCa8/s72-c/livro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-6199706407783352366</id><published>2007-10-15T10:55:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:25:59.410-03:00</updated><title type='text'>Uma novela a menos, um filme a mais</title><content type='html'>&lt;em&gt;De volta depois de semanas de computador quebrado e 4 dias de viagem...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Primo Basílio&lt;/strong&gt; (Idem, 2007)&lt;br /&gt;Dir: Daniel Filho &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxORAu_7x0I/AAAAAAAAAbU/68RIsIYILh8/s1600-h/3estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121596643052603202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxORAu_7x0I/AAAAAAAAAbU/68RIsIYILh8/s320/3estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Primo Basílio&lt;/em&gt; foi uma grata surpresa. Apesar de ter trazido poucas novidades em sua construção, Daniel Filho conseguiu realizar a difícil tarefa de dar um ar de filme a uma das produções Globais. Tal comentário deve soar absurdo aos que ainda não tiveram a chance de assistir a película e se deparam com um elenco mais que novelesco: Fábio Assunção, Débora Falabella e Reinaldo Gianechinni. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A força da narrativa está, entretanto, numa atriz ainda não citada. Glória Pires dá um show de interpretação e faz uma vilã livre de tipos, que incomoda pela situação em que se encontra e não por ser uma pessoa maquiavélica, como costumam ser os “melhores” vilões.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxNywO_7xyI/AAAAAAAAAbE/gIqtVEcZMtU/s1600-h/primo-basilio08.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121563619049064242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxNy-e_7xzI/AAAAAAAAAbM/0FU7sHJ813I/s320/primo-basilio08.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A adaptação, de forma geral, é fiel à obra de Eça de Queiroz, mas não há dúvidas de que todo o lirismo se perde na passagem para a telona. Uma das partes mais prejudicadas é o final, que parece ser jogado de qualquer jeito, apenas para que o filme possa terminar, não transmitindo sequer um pouco de emoção – efeito causado também pela fraca atuação de Gianechini que não atrai nenhuma simpatia para sua personagem, quem dirá pena.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As cenas de sexo não me agradaram, principalmente pela falta de envolvimento afetivo das personagens. É claro que o desejo está presente no adultério, mas a personagem Luísa é marcada, sobretudo, por um romantismo cego e exacerbado que definitivamente não foi revelado nessas cenas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os efeitos de câmera estão lá, mas parecem gratuitos, o que pra mim soa ridículo e uma tentativa desesperada de dar movimento ao filme. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tropeções à parte, &lt;em&gt;O Primo Basílio&lt;/em&gt; superou as minhas expectativas, mesmo porque elas eram baixas. Continuarei não sendo fã do trabalho de Daniel Filho, que sempre me pareceu um cineasta intermediário, mas um pouco de superação não faz mal a ninguém. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-6199706407783352366?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/6199706407783352366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=6199706407783352366&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6199706407783352366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6199706407783352366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/10/o-primo-baslio-idem-2007-dir-daniel.html' title='Uma novela a menos, um filme a mais'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RxORAu_7x0I/AAAAAAAAAbU/68RIsIYILh8/s72-c/3estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-8073869177692637946</id><published>2007-09-20T14:49:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:00.030-03:00</updated><title type='text'>Déjà vu</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Paranóia&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;(Disturbia, 2007)&lt;br /&gt;D.J. Caruso&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RvK1RQzRSCI/AAAAAAAAAZw/bLIDoVXV5UA/s1600-h/2+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112347835191347234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RvK1RQzRSCI/AAAAAAAAAZw/bLIDoVXV5UA/s400/2+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RvK2CQzRSDI/AAAAAAAAAZ4/wbm1wlRjPTc/s1600-h/paranoia02.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RvK2lQzRSEI/AAAAAAAAAaA/XJkf9Qo38xg/s1600-h/paranoia02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112349278300358722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 399px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px" height="209" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RvK2lQzRSEI/AAAAAAAAAaA/XJkf9Qo38xg/s320/paranoia02.jpg" width="499" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não...não vou falar do recente filme protagonizado pelo Denzel Washington. Vamos lá: Personagem central em casa, com binóculos, espiando vizinhos, descobrindo os podres deles... Se o maravilhoso clássico Janela Indiscreta veio à sua cabeça, pode desistir. O de já vu pára por aí, pois o novo thriller &lt;em&gt;Paranóia&lt;/em&gt; não vai longe na tentativa de transformar uma janela indiscreta numa fonte convincente de suspense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme narra a historia de Kale (Shia LaBeouf), um garoto que, traumatizado pela violenta morte do pai, é submetido à prisão domiciliar após agredir um professor. Limitado e entediado, ele passa a bisbilhotar pelas janelas a vida da vizinhança. Começa então a relacionar uma série de assassinatos veiculados pela mídia a um de seus vizinhos e, com a ajuda dos amigos, faz de tudo para solucionar o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que não se cria um ambiente de suspense desde o início da história. Ao contrário, pelo menos meia hora (mas deve ter sido muito mais) se direciona à ambientação da personagem principal – que não é complexa o suficiente para ser tão explorada-, o que cria uma sensação inquietante de “nada acontece”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atmosfera que reina é a de um filme adolescente que arranca, sim, alguns sustos (ocasionados principalmente pelas musiquinhas sinistras seguidas de um baque), mas que definitivamente não supera as expectativas e ainda tem o azar de ser sucessor de um filme tão bom do mestre do terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shia LaBeouf é super simpático e realmente parece estar no caminho certo para brilhar sob os holofotes de Hollywood. Não fosse ele, nem o romancezinho do filme empolgaria o público. Carrie Anne Moss? Acaba sendo talento inexplorado nesse tipo de película.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser duro ou precipitado demais, mas minha aposta é que veremos Paranóia na Tela Quente daqui a alguns anos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-8073869177692637946?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/8073869177692637946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=8073869177692637946&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8073869177692637946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8073869177692637946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/09/dj-vu.html' title='Déjà vu'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RvK1RQzRSCI/AAAAAAAAAZw/bLIDoVXV5UA/s72-c/2+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-4165502304109282378</id><published>2007-09-17T10:09:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:00.375-03:00</updated><title type='text'>Foi maravilhoso enquanto durou</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ru5_4ISXZdI/AAAAAAAAAZo/-HqrBzvMbdA/s1600-h/rafa+e+dd.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5111163229386008018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ru5_4ISXZdI/AAAAAAAAAZo/-HqrBzvMbdA/s400/rafa+e+dd.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Bem, depois de mais de 6 meses juntos, nós, Rafael e Andressa, resolvemos nos separar. Mas acalmem-se, a separação foi amistosa! Na realidade, estávamos precisando de um espaço reservado para que cada um escrevesse à sua forma e em seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de colocarmos nossa opinião sobre algo que nos agrada tanto quanto o cinema foi extremamente gratificante e positiva. Motivo pelo qual continuaremos fazendo o mesmo, só que em espaços distintos. E claro, continuamos contando com a participação de todos vocês que tantos nos apoiaram e nos alegraram com seus comentários e visitas. Sem sombra de dúvidas, era (e ainda é) o que nos motiva a estar sempre escrevendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na separação de bens, o Cinematógrafo XXI fica nas mãos de Andressa, enquanto que Rafael passa agora a escrever num espaço novo, o Moviola Digital - &lt;a href="http://www.movioladigital.blogspot.com/"&gt;http://www.movioladigital.blogspot.com/&lt;/a&gt; .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-4165502304109282378?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/4165502304109282378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=4165502304109282378&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4165502304109282378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4165502304109282378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/09/foi-maravilhoso-enquanto-durou.html' title='Foi maravilhoso enquanto durou'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ru5_4ISXZdI/AAAAAAAAAZo/-HqrBzvMbdA/s72-c/rafa+e+dd.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-6168432111349598737</id><published>2007-09-11T11:43:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:00.754-03:00</updated><title type='text'>O futuro ao HOMEM pertence</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Filhos da Esperança&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Children of Men, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Alfonso Cuarón&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RuaqL7bKugI/AAAAAAAAAYo/LMQpuoJQGVo/s1600-h/estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108957949205330434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RuaqL7bKugI/AAAAAAAAAYo/LMQpuoJQGVo/s320/estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre que assistia a filmes futuristas, com todas aquelas máquinas e supertecnologia, me perguntava: “será que ninguém entende? Não vai ser desse jeito!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha singela percepção de mundo, enxergava um futuro de pura violência, dominação cultural e racial, fome, desgraça e, no meio disso tudo, uma tecnologia que, mesmo avançada, não passaria de um tiro n’água ante toda a conturbação social gerada pelo homem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Filhos da Esperança&lt;/em&gt; vem exatamente desmistific&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rua1GbbKumI/AAAAAAAAAZY/QbezoE_PKII/s1600-h/childrenofmen_17.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108969949343955554" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rua1GbbKumI/AAAAAAAAAZY/QbezoE_PKII/s320/childrenofmen_17.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ar a noção floreada de um futuro próspero proveniente da evolução tecnológica. O mais interessante é que a forma encontrada para tal não foi apenas a fome, doenças ou falta de fontes de energia, o que seria mais comum, e sim todos esses problemas culminando numa estrutura social caótica que gerou um problema jamais imaginado: a impossibilidade de reprodução. À primeira vista pode soar surreal demais, mas funciona no mínimo como uma primorosa metáfora do que pode acontecer se o homem mantiver o atual ritmo e “qualidade” de sua evolução na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é magnífico em todos os aspectos. Além de trazer uma narrativa interessantíssima e bem contextualizada, guiada através da personagem de Clive Owen (que está impecável no papel), apresenta recursos técnicos de tirar o fôlego, desde os incríveis planos-sequência, até a fotografia e ambientação sombrias que nos transmitem perfeitamente o clima de destruição e angústia presentes na Londres de 2027.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de um filme para rever, fica a reflexão de onde toda a ganância do homem pode chegar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-6168432111349598737?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/6168432111349598737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=6168432111349598737&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6168432111349598737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6168432111349598737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/09/o-futuro-ao-homem-pertence.html' title='O futuro ao HOMEM pertence'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RuaqL7bKugI/AAAAAAAAAYo/LMQpuoJQGVo/s72-c/estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1249998903131359082</id><published>2007-08-31T22:57:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:01.137-03:00</updated><title type='text'>A serviço de uma pátria</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;O Bom Pastor&lt;/strong&gt; (The Good Shepherd, EUA, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Robert De Niro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtjJDLbKufI/AAAAAAAAAYg/XQGUZLC2pmY/s1600-h/4+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105051234067986930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtjJDLbKufI/AAAAAAAAAYg/XQGUZLC2pmY/s320/4+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105051066564262370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtjI5bbKueI/AAAAAAAAAYY/T6p8W9YaTRk/s320/pastor+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Com &lt;em&gt;Desafio no Bronx&lt;/em&gt;, de 1993, Robert De Niro estréia na direção com o pé direito, embora o resultado tenha sido apenas mediano. Mas somente 13 anos depois ele volta a trabalhar atrás das câmeras e pelas qualidades de &lt;em&gt;O Bom Pastor&lt;/em&gt;, o tempo lhe fez muito bem. Seu segundo filme conta com uma produção bem melhor é bastante audacioso: focar as três primeiras décadas do surgimento da CIA que acompanhamos através da entrada do agente Edward Wilson (Matt Damon, ótimo) na corporação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme já começa no ano de 1961 quando a CIA investiga os motivos para o fracasso da ocupação de Cuba durante a famosa invasão da Baía dos Porcos; tudo indica que há um espião dentro da própria organização. Mas aí o filme se utiliza de constantes flashbacks para, duas décadas antes, mostrar o surgimento da CIA, o entrada de Edward e o treinamento deste no Serviço de Inteligência inglês durante a Segunda Grande Guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início, somos testemunhas do sacrifício com que o protagonista assume o seu perigoso e ultra-secreto ofício em detrimento de sua família e de sua própria felicidade. Somos apresentados a um personagem que raramente ri e cheio de dilemas morais, sempre envolvendo a relação com aqueles que estão mais próximos. Sua mulher (Angelina Jolie) mal o conhece e sua relação com o filho é de distanciamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar aqui a excelente reconstrução de época com uma direção de arte primorosa (única indicação no último Oscar). Pena que o filme se estenda por um tempo muito longo, o que pode cansar o espectador. É preciso muita atenção para não deixar passar os mínimos detalhes que ajudam a desenvolver a narrativa. Depois dessa ótima experiência, espera-se que De Niro continue assim, tão bom atrás das câmeras quanto o é na frente delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1249998903131359082?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1249998903131359082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1249998903131359082&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1249998903131359082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1249998903131359082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/08/servio-de-uma-ptria.html' title='A serviço de uma pátria'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtjJDLbKufI/AAAAAAAAAYg/XQGUZLC2pmY/s72-c/4+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-2014247146436229985</id><published>2007-08-27T22:16:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:01.550-03:00</updated><title type='text'>"Um filme ousa ser feio"</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Os Simpsons –&lt;/strong&gt; O Filme (The Simpsons Movie, 2007)&lt;br /&gt;Dir: David Silverman&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtN7DLbKubI/AAAAAAAAAYA/Pw5-kLQOIPE/s1600-h/4+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103558097277467058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtN7DLbKubI/AAAAAAAAAYA/Pw5-kLQOIPE/s320/4+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira sensação dos admiradores da série ao se sentarem na poltrona do cinema certamente é de medo, afinal adaptações sempre são arriscadas e ver Os Simpsons na lista das mal sucedidas seria realmente uma pena. Bem...Respiremos aliviados! Os Simpsons - o filme supera as expectativas e cativa por manter a linha irreverente e irônica da série original. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103558389335243218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtN7ULbKudI/AAAAAAAAAYQ/7CnrfQ0eHkE/s320/simpsons08.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O enredo é envolvente e mantém as críticas afiadas como de costume. Logo no começo, Hommer despeja um contundente discurso sobre a obrigação de ir à missa, questionando a necessidade de fazê-lo e confrontando ao mesmo tempo as religiões e o puritanismo da sociedade americana – excelente! -, sem contar o comentário sobre a Bíblia: “Esse livro não tem nenhuma resposta”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O governo não fica de fora e é atacado durante todo o filme, sendo acusado de tomar decisões aleatórias e que não levam em consideração a situação das pessoas envolvidas (impossível não remeter à realidade dos iraquianos). O meio ambiente também teve seu destaque: interessantíssima a provação enfrentada por Hommer – rosquinhas de graça ou fazer a coisa certa pelo meio-ambiente? – Mais uma vez uma espetada no governo e em cada cidadão que ignora os avisos (como Hommer fez com as placas) do perigo da poluição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assuntos sérios à parte, as risadas são garantidas e se mantém por todo o filme. Como não citar o “Porco-aranha” e a cena em que Bart anda de Skate nu pela cidade enquanto vários obstáculos nos impedem de vê-lo “por completo”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se você quiser cometer a idiotice de pagar pra ver o que pode ver de graça em casa, vale à pena!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtN5RbbKuXI/AAAAAAAAAXg/5qDpMyIa9bE/s1600-h/simpsons08.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-2014247146436229985?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/2014247146436229985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=2014247146436229985&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2014247146436229985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2014247146436229985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/08/um-filme-ousa-ser-feio.html' title='&quot;Um filme ousa ser feio&quot;'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RtN7DLbKubI/AAAAAAAAAYA/Pw5-kLQOIPE/s72-c/4+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3577570432192557272</id><published>2007-08-21T13:08:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:02.759-03:00</updated><title type='text'>Matança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Histórias de serial killer baseadas em fatos reais são muito comuns no cinema e por isso acabam se tornando repetitivas. Isso se os realizadores não forem competentes o suficiente para contarem suas histórias de forma criativa. Bons exemplos são o novo filme de David Fincher e o trabalho que deu visibilidade ao realizador sul-coreano Bong Joon-ho. &lt;em&gt;Zodíaco&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Memórias de um Assassino&lt;/em&gt;, cada qual a sua maneira, possuem vários aspectos em comum, mas é o estilo de seus diretores que garantem a qualidade das produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Zodíaco&lt;/strong&gt; (Zodiac, EUA, 2007)&lt;br /&gt;Dir: David Fincher&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssSlrbKuNI/AAAAAAAAAVo/LmSevcCH0XQ/s1600-h/5+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101191441448351954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssSlrbKuNI/AAAAAAAAAVo/LmSevcCH0XQ/s200/5+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssSd7bKuMI/AAAAAAAAAVg/SQJjLE1AuaI/s1600-h/zodiaco+4.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101193279694354706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssUQrbKuRI/AAAAAAAAAWI/heHQWK__Wxg/s320/zodiaco+4.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;São poucos os filmes de quase três horas de duração que conseguem manter um mesmo ritmo e o espectador atento. &lt;em&gt;Zodíaco&lt;/em&gt; é um desses trabalhos graças a um esforço conjunto. David Fincher, sem maneirismos ou exageros, constrói com muito controle uma narrativa sóbria sobre a investigação do assassino serial auto-intitulado Zodíaco e que tirou o sono da polícia (e da população) de San Francisco, nos EUA, por mais de três décadas. O criminoso faz o tipo ousado que avisa a polícia de cada assassinato cometido além das mensagens cifradas enviadas aos jornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo no filme funciona bem. O roteiro é excelente, se constrói sob o ponto de vista da investigação e exige atenção máxima, pois é ágil e possui toques de humor inteligente para quebrar o clima pesado. Todo o elenco, sem precisar de um protagonista, está impecável, com destaque para o sempre louco Robert Downey Jr. (embora goste muito do Marc Ruffalo no filme também). Além disso, o filme conta com uma edição precisa e linear, uma trilha sonora agradável e reconstituição de época invejável através de uma direção de arte afiada. Com certeza, um dos melhores filmes do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Memórias de um Assassino&lt;/strong&gt; (Salinui Chueok, Coréia do Sul, 2003)&lt;br /&gt;Dir: Bong Joon-ho &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssSQ7bKuLI/AAAAAAAAAVY/YBFxRb4FDuU/s1600-h/4+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101191084966066354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssSQ7bKuLI/AAAAAAAAAVY/YBFxRb4FDuU/s200/4+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101193576047098162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssUh7bKuTI/AAAAAAAAAWY/vKIZ-ASJNFw/s320/memorias+de+um+assassino+3.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;O tema é sério. Mulheres estão sendo assassinadas brutalmente numa cidadezinha do interior da Coréia do Sul. Começa, então, a caça ao responsável e somos surpreendidos por uma dupla de policiais desajeitados à frente do caso. No início, o filme possui um tom de chacota e humor (são hilárias as cenas da sauna e do operário de calcinha). Mas à medida que a história transcorre, a situação ganha a seriedade necessária e o filme se torna mais sombrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bong Joon-ho, como já mostrou no seu ótimo &lt;em&gt;O Hospedeiro&lt;/em&gt;, tem um olhar excepcional para composição de cenas, mas sem ser esquemático. Seus enquadramentos dão a impressão de que cada coisa vista na tela está em seu devido lugar. Ele tem total controle sobre o filme que também é um pouco longo, mas flui que é uma beleza. O mistério em volta da identidade do assassino nos deixa cada vez mais apreensivos culminando com um final que pode desagradar a alguns. Ao fim, o desenvolvimento da história vale mais que a solução do mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3577570432192557272?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3577570432192557272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3577570432192557272&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3577570432192557272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3577570432192557272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/08/histrias-de-serial-killer-baseadas-em.html' title='Matança'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RssSlrbKuNI/AAAAAAAAAVo/LmSevcCH0XQ/s72-c/5+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3751315230774041815</id><published>2007-08-16T21:25:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:04.160-03:00</updated><title type='text'>Pura poesia em cena</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Inicialmente gostaria de me desculpar por ter passado tanto tempo afastada do blog. A razão da minha ausência foi ter ocupado o meu tempo disponível estudando para um concurso. Senti muita falta e estou de volta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpas também pelo tamanho do texto abaixo! Ele foi reduzido de 4 a 2 páginas, mas continua grande. Para os que tiverem paciência: espero que gostem!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lavoura Arcaica&lt;/strong&gt; (Idem, 2001)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dir: Luiz Fernando Carvalho&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsTr2LbKuEI/AAAAAAAAAUg/iGSJhcjNgbo/s1600-h/5+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099459994102446146" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsTr2LbKuEI/AAAAAAAAAUg/iGSJhcjNgbo/s200/5+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsT16rbKuFI/AAAAAAAAAUo/A7cweTvsTvM/s1600-h/lavoura+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099471066528135250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsT16rbKuFI/AAAAAAAAAUo/A7cweTvsTvM/s200/lavoura+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lavoura Arcaica, adaptação do livro de mesmo nome de Raduan Nassar, conta a história de André, um dos cinco filhos de uma família libanesa que vive no Brasil. Tendo crescido em uma fazenda bucólica e imersa em costumes que justificam o título do filme, André se vê atormentado por sentimentos que contrariam todas as noções que lhe foram transmitidas por seu rígido pai. Realiza então a fuga que virá a definir os rumos de toda a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro, o irmão mais velho do protagonista, é incumbido da missão de tentar trazer André de volta ao lar. A partir de então, se depara com o relato sofrido e violento do irmão mais novo que descarrega todas as suas angústias e segredos, desmontando diante de Pedro a imagem de uma família unida e imaculada que seu Pai lutara em construir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É através da narrativa poética e verborrágica de André que o espectador mergulha no passado do personagem, pelos momentos da infância e adolescência na fazenda, e entende seus atos e sensações do presente. Nesse aspecto a montagem do filme foi tão bem trabalhada que faz com que as narrativas lentas de cada período sejam intercaladas de modo a não ficarem cansativas e prenderem a atenção todo o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado sempre à cabeceira da mesa, o pai, personagem de Raul Cortez, reunia durante as refeições a mulher e filhos num ritual de submissão no qual lhes ensinava lições de sabedoria. Essa cena se repete várias vezes ao longo do filme e nas várias fases dos personagens, constituindo para André o grande elemento de hipocrisia de seu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsT557bKuII/AAAAAAAAAVA/ryPAJtulMMQ/s1600-h/lavoura+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099475451689744514" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsT557bKuII/AAAAAAAAAVA/ryPAJtulMMQ/s200/lavoura+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já o carinho de sua mãe funciona como contraponto diante de toda essa frieza do pai, chegando a ser exacerbado e a insinuar conotações sexuais. O próprio André ressalta que “se o pai, no seu gesto austero, quis fazer da casa um templo, a mãe, transbordando no seu afeto, só conseguiu fazer dela uma casa de perdição”. Não fossem as demonstrações da mãe, talvez os filhos não encontrassem meio de fugir ao flagelo emocional ocasionado pelo pai. Também afirma “o galho da direita era um desenvolvimento espontâneo do tronco, desde as raízes; já o da esquerda trazia o estigma de uma cicatriz, como se a mãe, que era por onde começava, fosse uma protuberância mórbida pela carga de afeto”. È interessante observar que o “galho da direita”, além da presença da mãe, tinha a de André, Ana e Lula, todos personagens complexos e que desafiam a estrutura da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia de Walter Carvalho é impecável. Na maioria do tempo alcança-se a sensação de utilização de luz local. De dia, a luz entrando pelas janelas da casa da fazenda ou pelas frestas da casa abandona dos fundos, sempre em tons amarelados, dão a sensação de antigüidade e diferem da luz encontrada fora de casa, em momentos mais claros e de contato com a natureza. Tal diferença também pode ser notada quando há a narração dos momentos de infância de André, onde prevalecem na fotografia os tons de branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite, por sua vez, é marcada quase que em todas as cenas por um tom sombrio, ocasionado pela luz proveniente de lamparinas e, num momento fortíssimo do filme, de uma lâmpada que o protagonista acende durante a conversa com o irmão. Destaque para a atmosfera criada na mesa do jantar, onde uma lamparina ilumina precariamente os integrantes da mesa e tudo ao redor é um completo e angustiante breu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto que chama a atenção no filme é a grande utilização de closes. Cada detalhe, principalmente os momentos de contato físico entre os personagens, são enfocados pelo diretor. Tal característica parece sugerir um mergulho ainda maior nas relações humanas do filme. Este recurso é também utilizado nas diversas cenas em que os pés de André são filmados: tirando os sapatos, sentindo o chão, roçando entre as folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsT65bbKuJI/AAAAAAAAAVI/tAaIOnA_H8E/s1600-h/lavoura+5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099476542611437714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsT65bbKuJI/AAAAAAAAAVI/tAaIOnA_H8E/s200/lavoura+5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A trilha sonora do filme é marcante. Predominantemente composta por instrumento de cordas, ela é melancólica em alguns momentos e agitada em outros - principalmente nos de festa em que prevalecem as canções de origem árabe. Há, no entanto, nos momentos de alta tensão do filme, a bela utilização de acordes intensos ou simplesmente do silêncio para conferir às cenas um grau de densidade que corresponda à intensidade que cada cena requer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cabe ressaltar o memorável trabalho dos atores envolvidos no filme. Selton Mello despe-se de todos os tipos que poderiam compor um “André” estereotipado e mergulha no personagem de forma entregue e, por que não, visceral. Simone Spoladore, que sem dizer uma palavra sequer, transmite com maestria toda a ambigüidade da personagem Ana. Com roupas claras e leves que pressupõem pureza, e beleza avassaladora e misteriosa, conseguimos sentir a cada cena o sentimento exato que permeia a mente de sua personagem. Juliana Cordeiro da Cunha, a mãe, também surpreende pela sua expressão marcada e de poucas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desfecho é surpreendente e faz valer à pena esperar os longos 163 minutos da película.&lt;br /&gt;&lt;a name="Ficha_Técnica"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3751315230774041815?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3751315230774041815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3751315230774041815&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3751315230774041815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3751315230774041815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/08/pura-poesia-em-cena.html' title='Pura poesia em cena'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsTr2LbKuEI/AAAAAAAAAUg/iGSJhcjNgbo/s72-c/5+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-550060808060609670</id><published>2007-08-03T23:13:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:04.499-03:00</updated><title type='text'>Corrente literária</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPncLCAogI/AAAAAAAAATA/q5xCyVqLQ00/s1600-h/Cem+anos+de+solidÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094670074669736450" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPncLCAogI/AAAAAAAAATA/q5xCyVqLQ00/s200/Cem+anos+de+solid%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPncLCAohI/AAAAAAAAATI/E8wwlZcIn9g/s1600-h/crime+e+castigo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094670074669736466" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPncLCAohI/AAAAAAAAATI/E8wwlZcIn9g/s200/crime+e+castigo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPmsbCAofI/AAAAAAAAAS4/WBOBt4rIKyg/s1600-h/Cem+anos+de+solidÃ£o.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Imagino o que teria sido de mim se não tivesse descoberto o prazer pela leitura há algum tempo. Ganhei &lt;em&gt;Harry Potter e a Pedra Filosofal&lt;/em&gt; e quando vi aquele livrão (sim, nos meus 12 anos era enorme e, pior, sem figuras) pensei: "Ai caramba, eu vou ter que ler esse livro mesmo?". Mas foi minha madrinha quem me deu e se ela perguntasse o que tinha achado do livro? Tive que ler então, né. E foi aí que a magia aconteceu. Chegou um momento que eu não conseguia mais parar de ler. E a vontade não parou até hoje. Escolher cinco livros é difícil, mas aí vão os meus atuais preferi dos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;1. Cem Anos de Solidão&lt;/strong&gt; (Gabriel García Márquez)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que eu entrei em contato com a obra do Gabriel García Márquez com &lt;em&gt;Crônica de uma Morte Anunciada&lt;/em&gt; eu me tornei fã do cara. E &lt;em&gt;Cem Anos de Solidão&lt;/em&gt; foi uma experiência marcante. O realismo fantástico construído com maestria e elegância nos deixa extasiados, enquanto testemunhamos a saga da geração de toda uma família. A leitura flui da forma mais agradável possível desejando que a leitura não terminasse nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Crime e Castigo&lt;/strong&gt; (Fiódor Dostoiévski)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura de Dostoievski é densa, mas nunca complexa ou cansativa. Acompanhamos os delírios e pensamentos da mente de um personagem atormentado por si mesmo e por seus demônios internos. A gama de tramas paralelas só enriquece a narrativa que prima mais pela introspecção psicológica dos personagens do que pela ação em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Lavoura Arcaica&lt;/strong&gt; (Raduan Nassar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes mesmo de me maravilhar com o filme dirigido por Luis Fernando Carvalho, o livro de Raduan Nassar me pegou de surpresa. É uma experiência marcante tanto pela estrutura narrativa (os capítulos são formados por um só parágrafo, enormes e sem pontos continuativos) quanto pela densidade da história do rapaz que fugiu de casa por estar apaixonado pela irmã. Pena que o autor só lançou mais dois livros e depois de aposentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPjl7CAoYI/AAAAAAAAASA/yS4UET_7ZEc/s1600-h/Vidas+secas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;4. Vidas Secas&lt;/strong&gt; (Graciliano Ramos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com muita simplicidade que esse grande autor de nossa literatura nos dá a história de uma família de retirantes e nos apresenta momentos de degradação moral daqueles personagens. Embora sejam fictícios, há muitos deles na vida real. Com um texto seco e direto, as situações que acompanhamos são brutas e parece não haver solução para aquela família senão o sofrimento e a eterna fuga. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;5. A Metamorfose&lt;/strong&gt; (Franz Kafka) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A situação surreal a que somos convidados a conhecer logo a partir das primeiras linhas do livro mais famoso de Kafka se torna ainda mais prazerosa pela qualidade de seu texto. A naturalidade com que ele conta a história do homem que acorda transformado em um inseto nos aproxima ainda mais da narrativa. Mas não se enganem, a história é densa. Metáfora perfeita de alguém que vive e se sente oprimido dentro do próprio lar. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Passo agora a corrente para André Setaro (&lt;a href="http://setarosblog.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Setaro's Blog&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), Renato Silveira (&lt;a href="http://cinematorio.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Cinematório&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), Wallace Guedes (&lt;a href="http://www.cronicascinefilas.blogger.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Crônicas Cinéfilas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), Roberto Queiroz (&lt;a href="http://claque-te.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Claquete&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) e Gustavo Madruga (&lt;a href="http://cineoba.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Cine Ôba&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). Se virem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Quase entram na lista &lt;em&gt;O Caso dos Dez Negrinhos&lt;/em&gt; (Agatha Christie) e &lt;em&gt;1984&lt;/em&gt; (George Orwell). Foi uma briga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-550060808060609670?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/550060808060609670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=550060808060609670&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/550060808060609670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/550060808060609670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/08/corrente-literria.html' title='Corrente literária'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RrPncLCAogI/AAAAAAAAATA/q5xCyVqLQ00/s72-c/Cem+anos+de+solid%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1273128727982749768</id><published>2007-07-30T12:38:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:04.920-03:00</updated><title type='text'>Adeus aos mestres</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq_XkbCAoWI/AAAAAAAAARw/v2J8HTPdzo0/s1600-h/Bergman.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093526724310770018" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq_XkbCAoWI/AAAAAAAAARw/v2J8HTPdzo0/s200/Bergman.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                      &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq_WDbCAoVI/AAAAAAAAARo/Jox5uzKG-Ns/s1600-h/Antonioni.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093525057863459154" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq_WDbCAoVI/AAAAAAAAARo/Jox5uzKG-Ns/s200/Antonioni.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Foi anunciada hoje a morte de um dos maiores cineastas da atualidade. Ingmar Bergman sai de cena aos 89 anos e deixa uma vasta obra para deleite de cinéfilos mundo a fora. Embora tenha se aposentado do cinema em 1982 com &lt;em&gt;Fanny e Alexander&lt;/em&gt;, continuou trabalhando na televisão e no teatro onde iniciou sua promissora carreira. Mesmo assim, alguns de seus filmes para a TV forma lançados também na tela grande como seu último trabalho &lt;em&gt;Saraband&lt;/em&gt; que resgata a história dos personagens de &lt;em&gt;Cenas de um Casamento&lt;/em&gt;, série criada por ele próprio e lançada na TV em 73. Responsável por obras magistrais como &lt;em&gt;Gritos e Sussurros&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Sétimo Selo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sonata de Outono&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Morangos Silvestres&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Persona&lt;/em&gt;, o diretor sueco vai fazer falta, mas deixou, indiscutivelmente, a sua marca na história do Cinema. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E eis que o dia passa e mais uma baixa é anunciada no campo dos grandes cineastas. O italiano Michelangelo Antonioni também morreu nesse início de semana, exatamente no mesmo dia em que Bergman nos deixou. Responsável por uma obra apreciada no mundo todo, Antonioni começou a ser notado a partir do final da década de 50 por construir um estilo próprio e pelos vários prêmios com os quais foi agraciado nos maiores festivais do mundo (Cannes, Veneza e Berlim). É dele a trilogia da incomunicabilidade composta por &lt;em&gt;A Aventura&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Noite&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Eclipse&lt;/em&gt;, que o elevou ao status de grande mestre do cinema. Depois, filmando em inglês, criou novas obras-primas como &lt;em&gt;Blow Up – Depois Daquele Beijo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Profissão: Repórter&lt;/em&gt;.  Outra perda irreparável, num mesmo dia. De fato, o começo da semana não foi nada agradável.  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1273128727982749768?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1273128727982749768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1273128727982749768&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1273128727982749768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1273128727982749768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/07/adeus-um-mestre.html' title='Adeus aos mestres'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq_XkbCAoWI/AAAAAAAAARw/v2J8HTPdzo0/s72-c/Bergman.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-2902781183044216177</id><published>2007-07-30T11:19:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:07.104-03:00</updated><title type='text'>Visita ao Irã</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Há algum tempo o cinema feito no Irã ganhou prestígio ao redor do mundo através de realizadores como Abbas Kiarostami, Mohsen Makhmalbaf, Majid Majidi e outros que estavam e ainda estão sempre presentes nos maiores e melhores festivais de cinema do planeta. Um desses grandes diretores é Jafar Panahi, que com seu estilo seco e objetivo, capta as contradições e mazelas de seu país. É dele os três filmes comentados abaixo que tive a oportunidade de ver recentemente e me admirei com sua qualidade em retratar os dramas pessoais daquele povo, imerso nunca cultura tão diferente da nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Círculo&lt;/strong&gt; (Dayereh, IRA, 2000)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADV7CAopI/AAAAAAAAAUI/AoI9p7WgvAA/s1600-h/5+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098078453341659794" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADV7CAopI/AAAAAAAAAUI/AoI9p7WgvAA/s200/5+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31ALCAoLI/AAAAAAAAAQY/z8GM554Qie4/s1600-h/o+circulo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31w7CAoPI/AAAAAAAAAQ4/wiAfWpDrEZw/s1600-h/o+circulo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092996974454546674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31w7CAoPI/AAAAAAAAAQ4/wiAfWpDrEZw/s200/o+circulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com esse filme (Leão de Ouro no Festival de Veneza em 2000), o diretor constrói um interessante exercício de estilo ao narrar a história de mulheres que saíram da prisão e precisam ser aceitas de volta na sociedade. A partir daí, o filme vai nos apresentando a outras personagens, cada qual com seus dramas, formando um círculo vicioso de degradação humana. Assim, a figura feminina, com sua fragilidade exposta num país que a reprime ao extremo, é o centro de discussão do longa. É angustiante ver aquelas personagens jogadas à própria sorte enquanto buscam uma direção a tomar. A história deixa sim muitas questões sem explicação exata, mas me parece ser um filme de perguntas, não respostas, com a evidente intenção de tocar numa ferida. E garanto que é uma experiência das mais gratificantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ouro Carmim&lt;/strong&gt; (Talaye Sorkh, IRA, 2002)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADV7CAooI/AAAAAAAAAUA/XRTifnhfjiY/s1600-h/4+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098078453341659778" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADV7CAooI/AAAAAAAAAUA/XRTifnhfjiY/s200/4+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31mbCAoOI/AAAAAAAAAQw/djI180A_-Uo/s1600-h/ouro+carmim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092996794065920226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31mbCAoOI/AAAAAAAAAQw/djI180A_-Uo/s200/ouro+carmim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Ouro Carmim&lt;/em&gt; é uma narrativa sutil tendo como figura central um homem que vive do roubo durante o dia e à noite entrega pizzas nos bairros mais luxuosos da capital Teerã. A partir daí, Panahi escancara as diferenças entre ricos e pobres e ainda ataca o sistema político controlado pelo regime autoritário dos aiatolás. O filme começa com uma cena de roubo seguida do suicídio do próprio ladrão. A seguir, acompanharemos os fatos que levaram àquela situação. Há cenas longas que podem parecer chatas, mas se revelam bastante significativas para a história, como a seqüência da entrega de pizzas numa festa ou a quase surreal visita a um suntuoso apartamento. Momentos assim nos deixam estarrecidos pelo inusitado da situação e agraciados com o talento do diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fora do Jogo&lt;/strong&gt; (Offside, IRA, 2006)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADKbCAonI/AAAAAAAAAT4/h1KM19_tvso/s1600-h/4+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098078255773164146" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADKbCAonI/AAAAAAAAAT4/h1KM19_tvso/s200/4+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31RLCAoMI/AAAAAAAAAQg/stu0RWUTc_Q/s1600-h/fora+do+jogo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092996428993700034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rq31RLCAoMI/AAAAAAAAAQg/stu0RWUTc_Q/s200/fora+do+jogo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lançado esse ano nos cinemas brasileiros, &lt;em&gt;Fora do Jogo&lt;/em&gt; continua investindo na figura feminina, mas agora é também sobre a paixão ao futebol. Durante as eliminatórias para a Copa de 2006, a equipe do Irã briga por uma vaga no Mundial. Acompanhamos, assim, a história de algumas garotas, apaixonadas pelo esporte, que querem muito ver a partida, mas são barradas já que mulheres não são permitidas em estádios. Com um tom levemente documental, Panahi fez aqui um filme mais leve, embora não deixe de alfinetar o sistema, mais uma vez discutindo o papel da mulher em sua sociedade; e é através delas que testemunhamos, com alegria, a alegria de um povo diante de uma vitória.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-2902781183044216177?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/2902781183044216177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=2902781183044216177&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2902781183044216177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2902781183044216177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/07/visita-ao-ir.html' title='Visita ao Irã'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RsADV7CAopI/AAAAAAAAAUI/AoI9p7WgvAA/s72-c/5+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-7346500736687022843</id><published>2007-07-20T11:46:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:09.697-03:00</updated><title type='text'>Amores parisienses</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Paris, Te Amo&lt;/strong&gt; (Paris, Je T'aime; FRA, ALE, SUI; 2006)&lt;br /&gt;Cotação: 7/10&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089293491555715250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDNd2HiyLI/AAAAAAAAAOQ/D61k_RAE16s/s200/cartaz.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Pegue 22 talentosos cineastas de países diferentes, jogue-os na bela e apaixonante Paris e lhes peça que filmem uma curta história de amor. O resultado é um filme agradável com a maioria das histórias acima da média, principalmente se levarmos em consideração o pouco espaço de tempo que cada diretor tinha (os segmentos têm em média cinco minutos). E a própria idéia de reunir pessoas com visão e estilo diferentes com liberdade total para criar já é interessante por si só.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composto por 18 curtas que recebem nomes de bairros e locais da capital francesa, &lt;em&gt;Paris, Te Amo&lt;/em&gt; é um filme leve e, claro, diverso, mas que consegue se manter coeso e fiel à proposta original. As situações são as mais diversas: alegre, melancólicas, engraçadas, assustadoras. Amores se perdem, se transformam, resistem ao tempo; outros, à espera de concretização. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDOUWHiyOI/AAAAAAAAAOo/ioK2sO8OuHA/s1600-h/muÃ§ulmana.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089294427858585826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="131" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDOUWHiyOI/AAAAAAAAAOo/ioK2sO8OuHA/s200/mu%C3%A7ulmana.jpg" width="195" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDOZWHiyPI/AAAAAAAAAOw/-_wrgHkuoW4/s1600-h/buscemi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089294513757931762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" height="133" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDOZWHiyPI/AAAAAAAAAOw/-_wrgHkuoW4/s200/buscemi.jpg" width="179" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089294814405642498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="114" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDOq2HiyQI/AAAAAAAAAO4/JkY8Ife5eSA/s200/catalina.jpg" width="190" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme começa mediano, mas vai se encontrando aos poucos. &lt;em&gt;Montmartre&lt;/em&gt; abre o longa e sugere um encontro inusitado entre um sujeito angustiado e solitário com uma mulher que desmaia ao lado de seu caro. A diretora queniana Gurinder Chadha faz um jovem francês se enamorar por uma garota mulçumana, deixando clara a idéia de tolerância com a jovem em defesa de sua fé e os hábitos de sua religião. O humor irônico, inteligente e nonsense dos irmãos Coen surge com um Steve Buscemi, com cara de pateta, passando por maus bocados numa estação de metrô. Já Gus Van Sant, com muita simplicidade e sem exageros estéticos, nos dá a possibilidade de um relacionamento entre dois rapazes com uma surpresinha no fim, engraçada e interessante. &lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Como se trata de um filme episódico, há sempre alguns segmentos decepcionantes. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Walter Salles (ele mesmo que eu adoro) em parceria com Daniela Thomas conta a luta de uma babá (Catalina Sandino Moreno) que precisa deixar seu filho numa creche para cuidar de outra criança. Ao fim, fica a sensação de que a história foi pouco aproveitada, embora seja muito bem dirigida. Mas até agora não sei como um curta tão idiota como &lt;em&gt;Porte de Choisy&lt;/em&gt;, de Christopher Doyle foi parar aqui. O encontro entre uma modelo chinesa e um vendedor de produtos de beleza é totalmente dispensável e de mau gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDPGGHiyRI/AAAAAAAAAPA/oE7lYZKGC0o/s1600-h/mimicos+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089295282557077778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDPGGHiyRI/AAAAAAAAAPA/oE7lYZKGC0o/s200/mimicos+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Maggie Gyllenhall está ótima na pele da atriz norte-americana viciada, filmada com a câmera nervosa de Olivier Assayas. Já a excelente Juliette Binoche é desperdiçada em &lt;em&gt;Places des Victoires&lt;/em&gt; vivendo uma mãe que perdeu seu filho recentemente, numa história lúdica de superação; pena que os dois curtas não são tão bons quanto bem atuados. Lúdico mesmo é a história do mímico solitário que busca uma parceira pelas ruas de Paris e vai encontrar seu amor numa prisão. Em outro estranho ambiente, um clube de striptease, um casal em crise tenta acender a chama do amor, contando com a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;presença em cena dos ótimos Fanny Ardant e Bob Hoskins.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Há algo de melancolicamente belo na história de um homem que precisa estar a&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDXyGHiybI/AAAAAAAAAQQ/yEfJ4NgKj1g/s1600-h/gena.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089304834564344242" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDXyGHiybI/AAAAAAAAAQQ/yEfJ4NgKj1g/s200/gena.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o lado de sua mulher num momento difícil e precisa aprender a se reapaixonar por ela. Há também algo de cinicamente oculto no segmento enfocando o casal que decide se separar, mas deixa evidente o desentendimento entre ambos, mesmo que sutilmente (ótimos desempenhos de Ben Gazzarra e Gena Rowlands). Ambos os curtas são muito bem escritos, com texto elegante e enxuto. Pelo contrário, em &lt;em&gt;Quartier de la Madeleine&lt;/em&gt;, não se diz uma palavra, mas Vincenzo Natali constrói muito bem o encontro bizarro de um garoto (Elijah Wood) com uma vampira. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Alfonso Cuarón, em um único plano-sequência, conta com simplicidade o bem-humorado encontro entre pai e filha, com direito a surpresa no final. &lt;em&gt;Place de Fêtes&lt;/em&gt;, do africano Olivier Schmitz, por sua vez, é um interessante quebra-cabeça cujas peças vão dando conta do encontro fatídico entre um acidentado e uma enfermeira afro-descendentes de forma tocante. Wes Craven, acostumado a filmes de terror, surpreende com a discussão da relação de um jovem casal num cemitério, com direito a fantasma de Oscar Wilde (vivido por Alexander Payne). Mas é o diretor alemão Tom Tykwer quem cria um dos melhores segmentos do filme, com um rapaz cego cuja namorada (Natalie Portman, linda) decide romper o namoro. Passa, então, por sua cabeça todos os momentos bons por que passaram juntos. Esse me fez pensar o quanto é importante dar valor as coisas que temos antes que seja tarde demais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDRdmHiyWI/AAAAAAAAAPo/M5EyIFTOHgQ/s1600-h/natalie.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089297885307259234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDRdmHiyWI/AAAAAAAAAPo/M5EyIFTOHgQ/s200/natalie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDRymHiyXI/AAAAAAAAAPw/8oWPHwp5Ba4/s1600-h/nick+nolte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089298246084512114" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDRymHiyXI/AAAAAAAAAPw/8oWPHwp5Ba4/s200/nick+nolte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089298671286274434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDSLWHiyYI/AAAAAAAAAP4/OZ6_UEX-Qcc/s200/emily.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E para finalizar o projeto, nada melhor que o melhor. &lt;em&gt;Paris, Te Amo&lt;/em&gt; deixa para o final uma pequena pérola, em meio a tanta coisa boa. Alexander Payne, de forma primorosa, dá vida às peripécias de uma turista norte-americana um tanto burrinha. Primeiro, com alívio cômico (é hilária a cena em que ela visita o túmulo de Sartre), além de outras tiradas inteligentes, para no fim revelar a descoberta do amor de sua personagem pela cidade de forma simples e ao mesmo tempo tocante. É a celebração do amor em seu estado mais puro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089299092193069458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDSj2HiyZI/AAAAAAAAAQA/wRsom_JHZE4/s320/margo.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;E aí, por qual deles vocês se apaixonaram mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-7346500736687022843?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/7346500736687022843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=7346500736687022843&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/7346500736687022843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/7346500736687022843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/07/amores-parisienses.html' title='Amores parisienses'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RqDNd2HiyLI/AAAAAAAAAOQ/D61k_RAE16s/s72-c/cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3289127649515424040</id><published>2007-07-02T22:48:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:10.488-03:00</updated><title type='text'>Poesia melosa</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;O Tigre e a Neve (La Tigre e la Neve, ITA, 2005)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dir: Roberto Benigni&lt;br /&gt;Cotação: 4/10&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Roberto Benigni é um ótimo ator aliado ao ótimo texto que ele mesmo escreve. Suas tiradas são engraçadas e inteligentes, e ninguém melhor do que ele próprio para encarnar o personagem atrapalhado e isento de malícias de seus filmes. Pena que nesse seu novo trabalho o resultado não seja tão satisfatório, pois fica clara a óbvia intenção de forçar o espectador a se emocionar.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Romu73aCGzI/AAAAAAAAAOI/5Pi970bcVpY/s1600-h/otigre.jpg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082785997972970290" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Romu73aCGzI/AAAAAAAAAOI/5Pi970bcVpY/s320/otigre.jpg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Isso, aliás, é bastante estranho vindo do cara responsável pelo excelente &lt;em&gt;A Vida é Bela&lt;/em&gt; que aliava magnificamente bem o humor e a emoção, numa história trágica, porém bonita. Em &lt;em&gt;O Tigre e a Neve&lt;/em&gt; ele vive Attilio, um poeta que tenta reconquistar sua ex-mulher (interpretada por Nicoletta Braschi) com a qual tem duas filhas. Quando ela viaja ao Iraque e é ferida durante os bombardeios norte-americanos de 2003, ele parte em seu socorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atrapalhado, ele vai contar com a ajuda de seu amigo Fuad (vivido pelo ator francês Jean Reno) para encontrar sua amada e reconquistar seu amor. São nesses momentos que a história vai ficando melosa e bobinha, auxiliada pela trilha sonora um tanto piegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benigni (que lembra Woody Allen por roteirizar seus próprios filmes e criar um alter ego seu, interpretando-o como ninguém – mas cada qual com seu estilo peculiar, que se diga logo) confere graça a seu personagem, embora se repita. Pena que Nicoletta Braschi (esposa de Benigni e produtora do filme) não possua o mesmo talento. Confesso ter pensado, no início do filme, que a personagem sofria de alguma doença na cabeça, mas essa minha impressão não se concretizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RomuMXaCGyI/AAAAAAAAAOA/QV7qVI0KUAY/s1600-h/tigre1.jpg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082785181929184034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RomuMXaCGyI/AAAAAAAAAOA/QV7qVI0KUAY/s320/tigre1.jpg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Outra ressalva que se faz é em relação à montagem que parece confusa no início mas vai se ordenando à medida em que o filme transcorre. Pelo menos, ao fim, nenhuma ponta da história fica solta. Mas o que realmente é difícil de perdoar são os fracos efeitos digitais utilizados para criar elementos de cenas (aquela neve...). Deram um ar um tanto falso à história, reduzindo o encanto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Tigre e a Neve&lt;/em&gt; tenta repetir a façanha de &lt;em&gt;A Vida é Bela&lt;/em&gt; (impossível não fazer essa comparação), mas está longe de conseguir. Assim, fica a sensação de que se o filme se baseasse somente no talento de seu diretor-ator-roteirista para a comédia alegórica, o resultado poderia ser bem mais agradável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3289127649515424040?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3289127649515424040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3289127649515424040&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3289127649515424040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3289127649515424040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/07/poesia-melosa.html' title='Poesia melosa'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Romu73aCGzI/AAAAAAAAAOI/5Pi970bcVpY/s72-c/otigre.jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1628424251057308988</id><published>2007-06-25T22:58:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:10.664-03:00</updated><title type='text'>"La buena intención"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Má Educação (La mala Educación, 2004)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Pedro Almodóvar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Cotação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080189674065923938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RoB1l7JOj2I/AAAAAAAAANw/vIN0T8SXwLk/s320/ma-educacao03.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;*Como vou comentar algumas partes, talvez seja bom para quem não assistiu não ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Má educação foi decepcionante. Não por se tratar de um filme ruim - ruim ele não é, mas por, como toda “boa” decepção, ter se chocado com as expectativas geradas com relação a ele.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme narra a história de Ignácio Rodriguez (Gael García Bernal), um ator que procura o antigo amigo – e amor - Enrique Goded (Fele Martínez), para mostrar-lhe um roteiro chamado “A visita”. Enrique, que no momento é um cineasta sem idéias para o próximo filme, se encanta pelo roteiro e decide filmá-lo. O enredo de Má Educação se desenvolve intercalando a leitura de “A visita”, cenas do filme gerado por este texto e dias atuais dos personagens. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tamanha complexidade narrativa é questionável, pois da forma que foi desenvolvida deixou os personagens extremamente vazios, o que enfraqueceu vários outros setores do filme, como as atuações e os argumentos. Inclusive, a idéia principal do filme não consegue ser cumprida. A tentativa de justificar a atual postura de Ignácio como fruto de seu passado e dos abusos sofridos dentro de um rigoroso colégio católico esbarra no desvio de atenção ao qual somos submetidos no constante vai-e-vem da história.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outros dois momentos questionáveis do filme são: a atitude de Enrique quando descobre a verdade sobre “Angel” através da mãe do ator e revela posteriormente que fingiu não saber da verdade “para ver até onde o rapaz iria” (????) e a decisão repentina tomada por Juan de matar o irmão – um personagem até então absolutamente passivo de repente se transforma em um assassino?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apesar de tudo a crítica à Igreja Católica é bem-vinda. Presa a velhos preceitos, ela mantém uma atitude absurda de tentar ignorar os avanços da sociedade e se esconde na hipocrisia de suas instituições, fingindo não saber que já se corrompeu por dentro. É mesmo uma pena esse ter sido mais um ponto a ser mal desenvolvido por Almodóvar. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ficam os elogios à iniciativa de discutir no cinema um tema tão polêmico e os créditos pelos recursos visuais característicos do diretor e que me agradam muito.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1628424251057308988?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1628424251057308988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1628424251057308988&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1628424251057308988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1628424251057308988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/06/la-buena-intencin.html' title='&quot;La buena intención&quot;'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RoB1l7JOj2I/AAAAAAAAANw/vIN0T8SXwLk/s72-c/ma-educacao03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-4590968858530822038</id><published>2007-06-14T11:13:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:11.138-03:00</updated><title type='text'>Podridão Interior</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;O Cheiro do Ralo&lt;/strong&gt; (Idem, Bra, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Heitor Dhalia&lt;br /&gt;Cotação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RnFOHbJOj0I/AAAAAAAAANg/vI4Bj4Eep2A/s1600-h/cheiro+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075924144475770690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RnFOHbJOj0I/AAAAAAAAANg/vI4Bj4Eep2A/s320/cheiro+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Depois de sua estréia com o denso &lt;em&gt;Nina&lt;/em&gt;, o diretor Heitor Dhalia lança &lt;em&gt;O Cheiro do Ralo&lt;/em&gt;. Seu filme possui uma elevada importância no panorama atual do cinema brasileiro pois se apropria de uma liberdade narrativa poucas vezes vista nas produções nacionais para adaptar a obra literária homônima. Dessa forma, chacoalha o nosso cinema com uma obra super inventiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme, Lourenço é um homem amargo e frio que tira seu sustento da compra e revenda de objetos usados. Ele sempre faz questão de explicar a todos os seus clientes que o cheiro ruim de seu escritório provém do ralo do banheiro. No entanto, descobriremos que a origem daquele odor fétido se revela vindo dele próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lourenço é um personagem sujo. Afeto é algo que lhe falta. Trata seus clientes com arrogância ou simpatia, dependendo do momento. Acostumado a avaliar tudo como mercadoria (tudo para ele tem um preço), encontrará dificuldades ao se envolver com uma garçonete, cuja bunda se torna um objeto de culto para ele. Na realidade, em sua obscenidade demente, ele só tem olhos para a bunda e nada mais. A moça até tenta se aproximar de forma mais amorosa, mas isso é algo que ele desconhece. Assim, a paranóia cresce ainda mais em sua cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selton Mello é o destaque no papel principal criando seu personagem na medida exata entre o humano e o grotesco, o insano. Ao mesmo tempo, é possível criar identificação com Lourenço, pois toda sua perturbação parece vir de um problema de família (mais especificamente a ausência da figura do pai). Além disso, somos apresentados a outros tantos personagens esquisitos que surgem na tela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075924535317794642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RnFOeLJOj1I/AAAAAAAAANo/D2XocR77ngg/s320/o+cheiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Competente também é toda a estrutura técnica do longa (que nada fica devendo a grandes produções comerciais). Da fotografia escura em tom amarronzado (acentuando o aspecto de sujeira e de coisa antiga) até a trilha sonora pop e descompromissada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irreverente como poucos, &lt;em&gt;O Cheiro do Ralo&lt;/em&gt; consegue construir uma narrativa grotesca sem medo de parecer experimental e escrachada. Filme feito para perturbar e que traz, por incrível que pareça (impossível esquecer o trocadilho), bons ares à cinematografia brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-4590968858530822038?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/4590968858530822038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=4590968858530822038&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4590968858530822038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4590968858530822038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/06/podrido-interior.html' title='Podridão Interior'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RnFOHbJOj0I/AAAAAAAAANg/vI4Bj4Eep2A/s72-c/cheiro+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-8735380447987400808</id><published>2007-06-09T19:37:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:11.564-03:00</updated><title type='text'>E bota Fabuloso nisso!</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Fabuloso destino de Amelie Poulain,&lt;/strong&gt; (Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, 2001)&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Dir: Jean-Pierre Jeunet&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cotação: 10/10&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RmswebJOjzI/AAAAAAAAANY/svxpoT9hNH4/s1600-h/AmelieBrommer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074202704403664690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RmswebJOjzI/AAAAAAAAANY/svxpoT9hNH4/s320/AmelieBrommer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Assisti Amelie Poulain há umas duas semanas e desde então me vejo atormentada pelas tentativas frustradas de escrever algo sobre o filme. Afinal, ficar sem palavras é o pior que pode acontecer a alguém que pretende manter um blog sobre cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;O que mais me chamou a atenção no filme foi que não tem a pretensão de “salvar o mundo” através de uma mensagem de vida - diferente do que ocorre com a maioria das películas que têm algo a transmitir. A história corre leve, interessante em cada detalhe e é impossível não adentrar no mundo de Amelie desde o maravilhoso começo, onde acompanhamos o início de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cenários e figurinos, todos com o predomínio do vermelho e do verde, compõem de forma maravilhosa todo o ambiente do filme, assim como a fotografia, os efeitos de câmera e a ótima trilha sonora “à francesa” (foi inevitável o infame trocadilho!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme encanta pela simplicidade, em contraste com as idéias mirabolantes da protagonista. As soluções encontradas por ela para ajudar os outros são surpreendentes! Destaque para o meio que Amelie encontra para fazer o pai viajar pelo mundo, fantástico! Interessante também a identificação dos personagens através dos gostos de cada um. Existe forma melhor que essa de conhecer alguém em poucos segundos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação de Tautou não poderia passar despercebida. É simplesmente impecável e dá aquela sensação boba de que aquela não é apenas uma personagem, mas uma mulher fascinante que realmente existe em algum lugar – mais um pensamento exacerbado de alguém que se encantou pelo filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RmsuUrJOjxI/AAAAAAAAANI/dUBcCcWK8QM/s1600-h/amelie.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074200337876684562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" height="236" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RmsuUrJOjxI/AAAAAAAAANI/dUBcCcWK8QM/s320/amelie.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Depois dessas impressões iniciais, passei a compa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;rar as atitudes de Amelie às minhas e às das pessoas que conheço. Enquanto a moça, na primeira parte do filme, leva uma vida desprovida de grandes emoções, supridas somente por pequenos prazeres, nós perdemos tempo com o extremo oposto dessa atitude: mergulhamos na correria do dia-a-dia e deixamos passar oportunidades de fazer coisas bobas que nos fazem bem (A quanto tempo não deito na grama do quintal, nem faço brigadeiro de panela e como até enjoar...?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, qual o seu pequeno prazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Aproveito para entregar o que Rafael me confessou quando falei do filme com ele: cortar o pote de iogurte depois que acaba e passar o dedo na embalagem! (Iogurte de ameixa) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-8735380447987400808?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/8735380447987400808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=8735380447987400808&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8735380447987400808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8735380447987400808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/06/e-bota-fabuloso-nisso.html' title='E bota Fabuloso nisso!'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RmswebJOjzI/AAAAAAAAANY/svxpoT9hNH4/s72-c/AmelieBrommer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-4039939927306496937</id><published>2007-05-30T13:01:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:12.314-03:00</updated><title type='text'>Gêmeos distantes</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;A Conquista da Honra&lt;/strong&gt; (The Flags of Our Fathers, EUA, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Clint Eastwood&lt;br /&gt;Cotação: 7/10&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Cartas de Iwo Jima&lt;/strong&gt; (Letters From Iwo Jima, EUA, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Clint Eastwood&lt;br /&gt;Cotação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070397867297274466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2r_wYm-mI/AAAAAAAAAM4/3GtXPG2BYKk/s320/cartas.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2hIAYm-fI/AAAAAAAAAMA/MZs8fff4v7A/s1600-h/cartas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É louvável ver que Hollywood, mesmo com todos os seus defeitos, financia projetos tão interessantes quanto os dois últimos filmes de Clint Eastwood, um dos maiores cineastas norte-americanos da atualidade (a moral que ele possui junto à grande indústria também ajuda bastante). Dessa vez, o diretor se utiliza de dois filmes para contar uma mesma história: a batalha na ilha de Iwo Jima ao fim da Segunda Grande Guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Conquista da Honra&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Cartas de Iwo Jima&lt;/em&gt; são filmes gêmeos, gerados pela mesma idéia e concebido por um pai cuidadoso com suas crias. O primeiro, sobre o lado norte-americano do conflito e o outro com foco na luta dos japoneses. Mais interessante ainda é perceber o quanto o lado nipônico do conflito parece ter uma carga maior de sensibilidade, marca registrada desse autor que é capaz de conferir delicadeza a suas histórias sem perder o tom de masculinidade que lhe são tão peculiares. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2iLwYm-hI/AAAAAAAAAMQ/tbPtwgndLtA/s1600-h/conquista.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070387078339426834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" height="156" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2iLwYm-hI/AAAAAAAAAMQ/tbPtwgndLtA/s200/conquista.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O que importa para o diretor nem é o desenvolvimento do conflito e sim os percursos de seus personagens. Depois de serem fotografados erguendo a bandeira do EUA após a vitória sobre a ilha japonesa, três soldados ficam famosos no país, símbolos da coragem daqueles que lutaram na guerra. No entanto, são surpreendidos quando perceberem que farão parte de uma grande jogada de marketing para que o governo possa arrecadar mais dinheiro, se aproveitando de suas imagens heróicas. Em &lt;em&gt;A Conquista da Honra&lt;/em&gt;, aqueles soldados procuram preservar sua dignidade, em nome daqueles que realmente mereceram, trazendo consigo as lembranças atrozes de uma guerra, num país onde o culto aos heróis é também mais uma forma de lucro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E é uma pena que na parte final a história se arraste de uma forma monótona, caindo na armadilha de nos forçar a ter compaixão por aqueles homens (principalmente o descendente indígena). Paira no ar uma tentativa de fazer justiça aos personagens, e aí o filme cai num didatismo, explicando, em off, os rumos tomados por cada um. O que não deixa de ser uma frustração vindo de um cara que já nos deu recentemente o ótimo &lt;em&gt;Sobre Meninos e Lobos&lt;/em&gt; e o belíssimo &lt;em&gt;Menina de Ouro&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2inQYm-iI/AAAAAAAAAMY/uKWCVaTNc48/s1600-h/cartas+3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070387550785829410" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2inQYm-iI/AAAAAAAAAMY/uKWCVaTNc48/s200/cartas+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Coisa muito diferente acontece em &lt;em&gt;Cartas de Iwo Jima&lt;/em&gt;, que mesmo versando sobre o lado perdedor do conflito, não se aproveita para extrair piedade daquela situação. Com muito respeito, o diretor constrói uma narrativa sóbria e delicada, sem exageros ou maniqueísmos. Falado em japonês, o que transmite veracidade ao projeto, o filme é uma bela homenagem aos que deram seu sangue por uma causa que, chegando a um determinado ponto, já se considerava perdida. &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para dar dimensão aos dramas dos personagens, o filme se utiliza das diversas correspondências (as cartas do título) que chegam e saem da ilha. Não posso deixar de destacar a cena em que os soldados japoneses lêem a carta de um inimigo morto enviada por sua mãe e percebem que as preocupações e incertezas são as mesmas dos dois lados. Assim, &lt;em&gt;Cartas de Iwo Jima&lt;/em&gt; desponta como um dos melhores filmes do ano, na minha modesta opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnicamente, ambos os filme são impecáveis, com uma fotografia em tom sépia belíssima. Nas batalhas, por exemplo, a fotografia escurece de tom chegando quase ao preto-e-branco, o que acentua a atmosfera carregada da situação. A qualidade do som também é um outro atrativo que acentua bastante a forma visceral com que as batalhas são filmadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2nEQYm-lI/AAAAAAAAAMw/yDslaP7ZD3I/s1600-h/cartas+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070392447048546898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2nEQYm-lI/AAAAAAAAAMw/yDslaP7ZD3I/s200/cartas+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Além disso, o diretor aproveita para criar contrapontos interessantes entre os filmes: o hasteamento da bandeira, os corpos mutilados dos suicidas japoneses, e o melhor deles, a violência brutal com que um homem pode matar um outro ser humano, visto com horror de ambos os lados do conflito. Conflito este tão bárbaro quanto qualquer outro e cujos participantes receberam tratamento digno e privilegiado pelas mãos de um verdadeiro autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-4039939927306496937?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/4039939927306496937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=4039939927306496937&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4039939927306496937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4039939927306496937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/gmeos-distantes.html' title='Gêmeos distantes'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rl2r_wYm-mI/AAAAAAAAAM4/3GtXPG2BYKk/s72-c/cartas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3052446735112472686</id><published>2007-05-23T12:05:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:12.895-03:00</updated><title type='text'>Deu a louca no Mel Gibson</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Apocalypto (Idem, 2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dir: Mel Gibson&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cotação: 8/10&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RlRZGAYm-ZI/AAAAAAAAALQ/_yiIM4zyV30/s1600-h/apocalypto_12.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067773440415955346" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RlRZGAYm-ZI/AAAAAAAAALQ/_yiIM4zyV30/s320/apocalypto_12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Mel Gibson tá ficando louco?” Essa é a pergunta que muitos estão fazendo após associar as últimas atitudes&lt;/span&gt; do diretor ao seu filme mais recente, Apocalypto. A resposta pode até ser “sim”, mas se o resultado dessa loucura for filmes como esse...então que ele continue assim. Não que o filme seja uma obra-prima, inclusive não passa nem perto da lista dos meu filmes preferidos –passa até bem longe - , mas, por bem ou por mal, conseguiu me ganhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme narra a historia de Jaguar Paw (Pata de Jaguar no português), um índio que é capturado juntamente com seus companheiros de tribo e levado para uma espécie de cidade da civilização Maia (há controvérsias se o povo retratado é Maia ou Asteca), onde seria sacrificado. Motivado pela vontade de reencontrar sua mulher e filhos, que havia deixado para trás, Jaguar começa uma batalha pela sobrevivência cheia de perigos, ação e violência - e bota violência nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As maiores críticas tecidas ao filme se referem exatamente ao fator violência. Realmente algumas cenas são desnecessárias e explícitas demais, forçadas até, mas algumas ajudam a compor o enredo de aventuras do filme e não devem ser julgadas negativamente por causa dos momentos de violência gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RlRZmAYm-aI/AAAAAAAAALY/Njxt5tOuWsU/s1600-h/apocalypto_05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067773990171769250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 288px; CURSOR: hand; HEIGHT: 344px" height="339" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RlRZmAYm-aI/AAAAAAAAALY/Njxt5tOuWsU/s320/apocalypto_05.jpg" width="288" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Seguindo a lista de críticas que o filme sofreu, impossível deixar de citar a “falta de verossimilhança com os fatos históricos”. Muitos são os que reclamam da falta de bases históricas da película, mas sinceramente não senti em Apocalypto o intuito de contar fielmente os percursos do povo Maia (ou Asteca); vi, sim, uma aventura que encontrou as mais diversas possibilidades nesse ambiente e que trata de coragem, superação e da dominação de um povo através de sua destruição interna. Frase inicial do filme: “Uma grande civilização não se conquista por fora sem que antes se destrua por dentro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Violento, surreal, que seja. O importante pra mim foi &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;ter me feito torcer (e às vezes me retorcer) na cadeira, devido às fortes emoções. Uma parte de mim sentia a falta de um filme incômodo como esses. Prefiro os que incomodam de outro jeito, mais culto, mais pensante&lt;/span&gt;, mas deu “pro gasto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mel Gibson tem um talento inegável para a arte do cinema. De qualquer jeito, melhoras para ele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: As atuações são maravilhosas!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3052446735112472686?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3052446735112472686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3052446735112472686&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3052446735112472686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3052446735112472686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/deu-louca-no-mel-gibson.html' title='Deu a louca no Mel Gibson'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RlRZGAYm-ZI/AAAAAAAAALQ/_yiIM4zyV30/s72-c/apocalypto_12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3151828835876200971</id><published>2007-05-19T22:23:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:13.378-03:00</updated><title type='text'>Sexo e política. No meio disso tudo, cinema</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Os Sonhadores&lt;/strong&gt; (The Dreamers, 2003)&lt;br /&gt;Dir: Bernardo Bertolucci&lt;br /&gt;Cotação: 8/10 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rk-jiAYm-XI/AAAAAAAAALA/k12xBMY0QOY/s1600-h/Os+sonhadores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066447910429194610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 258px; CURSOR: hand; HEIGHT: 355px" height="313" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rk-jiAYm-XI/AAAAAAAAALA/k12xBMY0QOY/s320/Os+sonhadores.jpg" width="258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Política e sexo. Mais sexo que política (mais ela está lá). E no meio disso tudo o diretor italiano Bernardo Bertolucci aproveita para exercitar sua porção cinéfila ao nos brindar com algumas referências a clássicos do cinema. Depois de ver o filme a vontade é de correr na locadora à procura de Truffaut, Godard, Chabrol, Renoir, Nicholas Ray, entre tantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Paris, o estudante norte-americano Matthew (Michael Pitt) conhece os irmãos gêmeos Isabelle (Eva Green, linda) e Theo (Louis Garrel) criando com eles uma estranha amizade que logo se transformará em tensão (e deleite) sexual. Além disso, estamos em Maio de 68, período movimentado por manifestações revolucionárias de caráter comunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que talvez mais importe ao cineasta não são os questionamentos políticos ou o retrato de uma época em ebulição, antes o desenvolvimento de seus personagens; a partir daí ele discutirá aquele momento que serve de pano de fundo para a história. O jovem Matthew vai entrar no mundo arbitrário, incestuoso e cinéfilo do liberal casal de irmãos. Primeiro, torna-se refém de ambos para depois visualizar a ingenuidade e inocência de suas vidas. Isa, no seu atrevimento, nada mais é do que uma garotinha, virgem. Theo defende Mao e a revolução, mas fica o tempo todo trancado no apartamento enquanto Paris explode lá fora. O cinema é a paixão que une o trio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Já no fim do filme, somente quando uma pedra quebra a janela da sala onde os três juntos dormem numa cabaninha improvisada, é que eles despertam ativamente para a manifestação que acontece fora de seu mundinho particular. Segundo Isa foi "a rua que entrou na casa". (Me pergunto o que seria caso a pedra não fosse atirada). Então, os pontos de vista dos personagens entram em conflito e a linha que une o trio se rompe inevitavelmente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rk-kJgYm-YI/AAAAAAAAALI/s4I41CL6bMM/s1600-h/Os+sonhadores+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066448589034027394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 319px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px" height="217" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rk-kJgYm-YI/AAAAAAAAALI/s4I41CL6bMM/s320/Os+sonhadores+3.jpg" width="315" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nota-se que a carga sexual é bastante presente, servindo para causar alvoroço ao redor do longa como também para acusar o filme de carregado e politicamente vazio. Mas os questionamentos pessoais e políticos estão lá, basta uma observação atenta para perceber. Há também momentos de humor além da brincadeira cinéfila de incluir cenas de filmes clássicos que condizem com as situações vividas pelos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso nos é mostrado com uma beleza visual que só poderia ser concebida por um autor. São várias as cenas que ficam na memória: a despedida de Isa depois do jantar quando seu cabelo pega fogo (totalmente sugestivo), as cenas na banheira e o jogo de espelhos, Isa de Vênus de Milo e a mensagem política da seqüência final. É claro que o elenco ajuda bastante nesse quesito com destaque para uma Eva Green que, além de ser um colírio para os olhos, confere sensualidade e ingenuidade na medida certa. Quando será que o Bertolucci vai lançar um novo filme?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3151828835876200971?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3151828835876200971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3151828835876200971&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3151828835876200971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3151828835876200971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/sexo-e-poltica-e-cinema.html' title='Sexo e política. No meio disso tudo, cinema'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rk-jiAYm-XI/AAAAAAAAALA/k12xBMY0QOY/s72-c/Os+sonhadores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-5503621206002852943</id><published>2007-05-13T01:00:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:13.928-03:00</updated><title type='text'>Allen em dose dupla</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Scoop – O Grande Furo&lt;/strong&gt; (Scoop, 2006) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Dir: Woody Allen &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Cotação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5063891050435624514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RkaOFKp-vkI/AAAAAAAAAKw/0fCuZW4s8wo/s320/Scoop+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Depois de discutir a importância da sorte em nossas vidas no excelente drama &lt;em&gt;Match Point&lt;/em&gt;, Woody Allen retorna à comédia, gênero com o qual fez fama e criou um estilo próprio: o jeitinho Allen de ser inteligentemente engraçado sem parecer forçado ou escandaloso. &lt;em&gt;Scoop&lt;/em&gt; pode não ser um de seus melhores momentos, mas é um autêntico filme desse diretor que trocou a Europa pela sua adorável Nova York. Prova que essa mudança de ares fez bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bela Scarlett Jonhansson interpreta Sondra Pransky, uma estudante de jornalismo que investiga a vida do aristocrata inglês Peter Lyman (Hugh Jackman), provável assassino serial, com o qual ela irá se apaixonar posteriormente. Ela ainda conta com a ajuda de um ilusionista vivido pelo próprio Allen. A trama é bastante simples e despretensiosa, que mistura um clima de fantasia e mistério, sempre ajudado pela trilha sonora. É um filme menor que não tem a pretensão de ser grandioso, e é isso que faz de &lt;em&gt;Scoop&lt;/em&gt; tão agradável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Eu, particularmente, gosto muito da Jonhanson, mas percebi que em seus últimos filmes suas estrela se apagou um pouco, voltando bem nesse filme (ela precisa tomar cuidado com as escolhas que faz). Já Hugh Jackman surge numa boa atuação, mesmo que seja dono de um personagem pouco desenvolvido e tem se mostrado bastante feliz ao escolher bem seus projetos (&lt;em&gt;O Grande Truque&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Fonte da Vida&lt;/em&gt;), nos desvencilhando de seu intenso Wolverine. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5063892154242219602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RkaPFap-vlI/AAAAAAAAAK4/hgHeJ5eX3nU/s320/scoop+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Já o ator Woody Allen retorna à sua antiga forma num personagem que sabe como ninguém pronunciar um texto inteligente (dele próprio, claro) cheio de um humor inofensivo e nada escrachado. Talvez aqui seu personagem esteja um pouco exagerado, mas nada que atrapalhe a trama. Além disso, o diretor faz de Sondra seu alter-ego feminino, com suas habituais características: possui certo timing para a comédia (não tanto quanto o próprio Allen, é preciso ter muito talento para isso), usa óculos de aros, é atrapalhadinha e mirrada (não lembrando em nada a &lt;em&gt;femme fatale&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;Match Point&lt;/em&gt;). Ou seja, ao invés de uma, somos brindados com duas dessa adorável persona num filme não menos cativante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-5503621206002852943?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/5503621206002852943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=5503621206002852943&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/5503621206002852943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/5503621206002852943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/allen-em-dose-dupla.html' title='Allen em dose dupla'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RkaOFKp-vkI/AAAAAAAAAKw/0fCuZW4s8wo/s72-c/Scoop+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1533131372914441204</id><published>2007-05-05T17:49:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:14.281-03:00</updated><title type='text'>Rafael recomenda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Se a idéia do post é falar de filmes que nos marcaram, nada mais justo que apelar para a memória afetiva. Lá vão dois que com certeza nunca sairão da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;memória. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Abril Despedaçado&lt;/strong&gt; (Idem, 2001)&lt;br /&gt;Dir: Walter Salles &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzupqp-vhI/AAAAAAAAAKY/f0tGc_F4M7Q/s1600-h/Abril+Despedacado.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061182480850009618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" height="195" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzupqp-vhI/AAAAAAAAAKY/f0tGc_F4M7Q/s200/Abril+Despedacado.jpg" width="135" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Para muitos, pode não ser um dos melhores filmes nacionais da nova safra pós-retomada, mas para mim tem um gosto especial. &lt;em&gt;Abril Despedaçado&lt;/em&gt; foi o despertar para a Sétima Arte como só um grande filme é capaz de impressionar e emocionar. Walter Salles (na minha modesta opinião o melhor diretor brasileiro da atualidade) traz para o sertão a história de rivalidade entre famílias inimigas e o dilema de Tonho (Rodrigo Santoro) que precisa vingar a morte do irmão, num ciclo vicioso de morte e auto-destruição. Além de tudo, é um apelo à necessidade do ser humano de se estar livre para fazer as suas próprias escolhas. Eu estou fazendo as minhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzu_ap-viI/AAAAAAAAAKg/P7PaU2lbfmI/s1600-h/Laranja+MecÃ¢nica.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Laranja Mecânica&lt;/strong&gt; (Clockwork Orange, 1971)&lt;br /&gt;Dir: Stanley Kubrick &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzynap-vjI/AAAAAAAAAKo/IkwbIwDj0JI/s1600-h/Laranja+MecÃ¢nica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061186840241815090" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzynap-vjI/AAAAAAAAAKo/IkwbIwDj0JI/s200/Laranja+Mec%C3%A2nica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzu_ap-viI/AAAAAAAAAKg/P7PaU2lbfmI/s1600-h/Laranja+MecÃ¢nica.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Se &lt;em&gt;Abril Despedaçado&lt;/em&gt; foi o despertar, &lt;em&gt;Laranja Mecânica&lt;/em&gt; foi a consolidação da paixão, um dos primeiros gozos cinematográficos. Música e imagem se completam numa explosão de delírio, que se desenrolam diante de nossos olhos (e ouvidos), e não podemos fazer nada. Estamos em estado de hipnose, paralisados pela violência que domina o jovem Alex (Malcolm McDowell) e seu bando de delinqüentes numa cidade futurista qualquer. E é com essa mesma violência que se pretende reeducar o rapaz quando este é posto numa clínica de reabilitação para frear seus instintos agressivos. Violência por violência, a experiência nunca foi tão perturbadora. Só é agradável por atestar o grande talento de um diretor-autor autêntico. Um filme para se arrepiar e assistir de olhos bem abertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1533131372914441204?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1533131372914441204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1533131372914441204&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1533131372914441204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1533131372914441204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/rafael-recomenda.html' title='Rafael recomenda'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjzupqp-vhI/AAAAAAAAAKY/f0tGc_F4M7Q/s72-c/Abril+Despedacado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1744505794218428832</id><published>2007-05-03T10:09:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:14.857-03:00</updated><title type='text'>Andressa recomenda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Filmes que marcaram. A intenção deste post, e de outros que virão com a mesma proposta, é fazer um breve comentário de filmes que nunca esqueceremos. Os textos são mais pessoais e passionais do que os outros. Aproveitem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moulin Rouge – Amor em vermelho&lt;/strong&gt; (Moulin Rouge, 2001)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Dir: Baz Luhrmann&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjnoE6p-veI/AAAAAAAAAKA/Xw7EUlRxFzk/s1600-h/moulin_rouge.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjnr7Kp-vgI/AAAAAAAAAKQ/fdvvctHgYgU/s1600-h/moulin_rouge.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060335058032705026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px" height="212" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjnr7Kp-vgI/AAAAAAAAAKQ/fdvvctHgYgU/s200/moulin_rouge.jpg" width="138" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Musical capaz de encantar até os que não curtem o gênero. O roteiro dá a impressão de que pode desmoronar a qualquer momento, mas não passa de impressão. É envolvente e nada cansativo - como vários musicais. As atuações são belíssimas, desde os protagonistas (Nicole Kidman e Ewan McGregor) à vários dos coadjuvantes. As músicas são uma ótima surpresa! Grandes temas conhecidos pelo público ganham novos arranjos que dão um tom bem contemporâneo ao filme. Difícil dar um depoimento com pouca emoção de um filme que me deixou maravilhada como Moulin Rouge! Assistam sem preconceitos e se deliciem com essa magnífica obra de arte!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Ônibus 174&lt;/strong&gt; (Idem, 2002)&lt;br /&gt;Dir: José Padilha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjnlnap-vdI/AAAAAAAAAJ4/a6qh2d0rsyc/s1600-h/onibus_174_poster02.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060328121660521938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px" height="211" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjnlnap-vdI/AAAAAAAAAJ4/a6qh2d0rsyc/s200/onibus_174_poster02.jpg" width="138" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#333333;"&gt;Documentário que narra a história de Sandro, homem que seqüestrou um ônibus no Rio de Janeiro, em junho de 2000. Transmitido pela mídia durante horas, o ocorrido despertou um sentimento de raiva nos telespectadores que acompanhavam. O filme mostra a história de vida de Sandro e nos faz refletir sobre os precedentes da violência do Brasil; ajuda também a descaracterizar a visão puramente maniqueísta que fazemos ao ver acontecimentos do tipo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Crítico, bem montado, reflexivo, impecável!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1744505794218428832?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1744505794218428832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1744505794218428832&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1744505794218428832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1744505794218428832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/andressa-recomenda.html' title='Andressa recomenda'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rjnr7Kp-vgI/AAAAAAAAAKQ/fdvvctHgYgU/s72-c/moulin_rouge.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-583522301122339685</id><published>2007-05-01T20:49:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:15.221-03:00</updated><title type='text'>Não, não tem graça</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Caixa Dois&lt;/strong&gt; (Idem, 2007)&lt;br /&gt;Dir: Bruno Barreto&lt;br /&gt;Coatção: 3/10&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059744882281594290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjfTKap-vbI/AAAAAAAAAJo/UU_3kB3cMrE/s320/CaixaDois%252ejpg%5B1%5D.JPG" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;É muito interessante quando um filme se propõe a falar de determinados problemas sociais ou políticos por meio da comédia. As situações podem parecer engraçadas, mas é daí que se pode extrair uma alfinetada contundente. Poderia ter sido o caso de &lt;em&gt;Caixa Dois&lt;/em&gt;, novo filme de Bruno Barreto. O grande problema é que o filme não tem nada de engraçado e dessa forma a crítica a que se propõe se mostra vazia. Uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, tem-se um filme brasileiro que possui um ótimo argumento, mas não consegue desenvolvê-lo satisfatoriamente (&lt;em&gt;Zuzu Angel&lt;/em&gt; me vem à mente, mas é um filme bastante diferente, e também falho). Quando um banqueiro decide usar sua secretária como laranja e depositar uma bolada de R$ 50 milhões na conta da moça, ele se surpreende ao descobrir que, por engano, o dinheiro foi parar na conta de uma mulher honesta cujo marido, que trabalhava para o tal banqueiro, acabou de ser demitido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro, adaptado de uma peça do Juca de Oliveira, é tão sem graça quanto ele próprio. E é impressionante como uma trilha sonora pode ser tão irritante, pois faz questão de estar sempre presente, martelando na cabeça do espectador. O elenco, composto por Fúlvio Stefanini, Cássio Gabus Mendes, Giovanna Antonelli e Daniel Dantas, dentre outros, possui até um pouco de sintonia, mas se sairiam melhor se o filme fosse mais bem escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena final em que todos os personagens discutem como resolver satisfatoriamente a situação poderia render um ótimo momento, tanto engraçado quanto ácido, mas é mal aproveitada. Dá a impressão de que tudo aquilo não passou de uma brincadeira. Mas de engraçado, o filme e a situação não têm nada.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-583522301122339685?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/583522301122339685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=583522301122339685&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/583522301122339685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/583522301122339685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/05/no-no-tem-graa.html' title='Não, não tem graça'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjfTKap-vbI/AAAAAAAAAJo/UU_3kB3cMrE/s72-c/CaixaDois%252ejpg%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-2249140308330410424</id><published>2007-04-28T11:24:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:15.413-03:00</updated><title type='text'>Ser criança em tempo de ditadura</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O ano em que meus pais saíram de férias (Idem, 2006)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dir: Cao Hamburger&lt;br /&gt;Cotação: 8/10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Filmes que retratam o período da ditadura não são novidade, mas &lt;em&gt;O ano em que meus pais saíram de férias&lt;/em&gt; foge do tradicional enfoque dado a este triste momento da história brasileira, tratando-o sob a ótica de uma criança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjNaqap-vUI/AAAAAAAAAIs/iT89ujFE9tU/s1600-h/oano_02.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058486491223604546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjNaqap-vUI/AAAAAAAAAIs/iT89ujFE9tU/s320/oano_02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Mauro (Michel Joelsas), como sugere o título, não tem idéia de que seus pais sofrem as conseqüências da repressão política quando estes o deixam na casa de seu avô para fazerem uma viagem de "férias”. O conflito do filme se desenvolve quando o garoto descobre o avô havia morrido poucas horas antes de sua chegada. Sozinho e sem contato com os pais, Mauro se vê obrigado a assumir responsabilidades de adulto e encontra nos vizinhos – uma comunidade de judeus - apoio e amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol está presente em toda a história. O protagonista vê no jogo, ora em botão, ora no campo, sua maior forma de divertimento. É também o futebol, através da Copa do Mundo de 70, o marco temporal do filme, já que os pais de Mauro prometem para o garoto que retornarão antes do mundial. É interessante observar como a Copa cumpre para p menino o papel que cumpria para muitos na época da ditadura: a única fonte de alegria e esperança. Ao mesmo tempo em que era usada pelo Estado para disfarçar as atrocidades ocorridas pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais chama a atenção é o destaque dado às ações cotidianas das crianças, como as brincadeiras, aventuras e seu jeito inocente de estar à parte dos graves problemas do país. Quem espera ver uma grande produção, cheia de reviravoltas e clímax como &lt;em&gt;Olga&lt;/em&gt;, ficará certamente decepcionado, mas quem buscar um relato inocente e sutil da ditadura se encantará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Não deixem a última frase do filme passar em branco, ela é magnífica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjNaqap-vUI/AAAAAAAAAIs/iT89ujFE9tU/s1600-h/oano_02.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-2249140308330410424?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/2249140308330410424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=2249140308330410424&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2249140308330410424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2249140308330410424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/o-ano-em-que-meus-pais-saram-de-frias.html' title='Ser criança em tempo de ditadura'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RjNaqap-vUI/AAAAAAAAAIs/iT89ujFE9tU/s72-c/oano_02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-2946226170410051721</id><published>2007-04-23T15:59:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:15.568-03:00</updated><title type='text'>De volta à infância</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Labirinto do Fauno&lt;/strong&gt; (El Labirinto del Fauno, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Guillermo del Toro&lt;br /&gt;Cotação: 10/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ri4b-yjP3QI/AAAAAAAAAIk/0WWaOtsUUKM/s1600-h/fauno.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057010197119098114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ri4b-yjP3QI/AAAAAAAAAIk/0WWaOtsUUKM/s320/fauno.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Gosto muito dessa vertente do cinema que consegue mesclar o mundo adulto com o infantil. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Diferente de filmes que são para crianças, mas podem ser assistidos pelos mais velhos como o excelente&lt;em&gt; Desventuras em série&lt;/em&gt; e também &lt;em&gt;A fantástica Fábrica de chocolates&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Labirinto do Fauno &lt;/em&gt;é um filme adulto que traz a fantasia como recurso, mas por favor, tirem os filhos, priminhos ou qualquer “pessoinha” da sala.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ambientado na Espanha, em 1943 – Ditadura de Franco – o filme conta a história de Ofélia, menina que perdeu o pai e se mudou com a mãe para viver com o Capitão Vidal, seu novo padrasto e um homem desprezível e obcecado em conter as revoltas contra a ditadura ainda presentes no período. Em meio a todo sofrimento, fruto da violência do padrasto e da doença da mãe que está grávida, Ofélia encontra num antigo labirinto, próximo à sua nova casa, um mundo que a permite fugir da dura realidade que tem que enfrentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os extraordinários efeitos visuais e a fotografia, sempre acompanhando o tom sombrio do filme, dão um toque imprescindível à história. Mas, apesar de ter sido amplamente premiado nesses quesitos – e com razão –, o que realmente me atraiu foi o modo como o argumento foi trabalhado. Durante o filme algumas dicas são dadas de que tudo pode não passar de imaginação, como quando Mercedes, uma das empregadas da casa, diz para Ofélia que não se deve confiar em Faunos. Apesar disso, nós não queremos ser convencidos e, até quando o filme termina, temos a escolha de acreditar ou descartar o que acabamos de ver. Para sustentar o pensamento dos que acham que tudo foi verdade, fica a pergunta: quem deu aquela planta para a garota pôr embaixo da cama da mãe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante ressaltar os fortes momentos de violência do filme – alguns incomodam muito, como aquele em que Vidal assassina um caçador de coelhos e seu filho. Acredito que, para muitos, as cenas vão soar como gratuitas, mas para mim funcionam como o elemento perfeito para a construção de toda a atmosfera do filme e também para dar sentido às atitudes da protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transitando freqüentemente entre realidade e fantasia, o filme nos faz sentir crianças novamente. Não que seja essa a solução para enfrentarmos os problemas, mas é sempre bom voltar a ver a vida com outros olhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-2946226170410051721?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/2946226170410051721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=2946226170410051721&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2946226170410051721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2946226170410051721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/de-volta-infncia.html' title='De volta à infância'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Ri4b-yjP3QI/AAAAAAAAAIk/0WWaOtsUUKM/s72-c/fauno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-8213133215022480371</id><published>2007-04-21T22:50:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:16.158-03:00</updated><title type='text'>Filme de atriz</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Notas Sobre um Escândalo&lt;/strong&gt; (Notes on a Scandal, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Richard Eyre&lt;br /&gt;Cotação: 6/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RirBXSjP3GI/AAAAAAAAAHU/k34O4euUR2w/s1600-h/notes+on+a+scandal+1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056066137537633378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 312px; CURSOR: hand; HEIGHT: 218px" height="218" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RirBXSjP3GI/AAAAAAAAAHU/k34O4euUR2w/s320/notes+on+a+scandal+1.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Casos de abuso sexual sempre podem render bons filmes (esse tipo de polêmica sempre chama atenção), embora o tema já pareça um tanto desgastado por conta dos tantos casos que povoaram os noticiários nos últimos anos. No entanto, em &lt;em&gt;Notas Sobre um Escândalo&lt;/em&gt;, são as ótimas interpretações que dão destaque ao filme. E é uma pena que os tantos aspectos que envolvem o caso não sejam satisfatoriamente desenvolvidas pelo roteiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Sheba Hart (Cate Blanchett) é uma jovem professora que ao conseguir um emprego numa escola pública londrina conhece a veterana Barbara Covett (Judi Dench), professora solitária e dominadora, criando com ela uma relação de proximidade. No entanto, Bárbara percebe que essa amizade, da qual ela tanto estima (talvez doentiamente, como uma espécie de necessidade emocional), pode ser deixada de lado quando descobre que Sheba mantém um caso com um de seus alunos. Barbara não perderá a oportunidade para intimidar a colega de trabalho, mas o seu intuito é ficar mais íntima dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o ponto central do filme não é a relação proibida da professora com seu aluno e sim a ameaça que Barbara representa para Sheba. Na realidade, ela é a personagem central do filme e responsável pelos momentos de tensão psicológica (a ótima trilha sonora de Philip Glass ajuda muito nesse quesito). Sua arrogância se contrapõe à solidão de uma vida sem atrativos, tornando-a uma pessoa amargurada e difícil de lidar. Quando ela percebe a possibilidade de criar uma relação mais próxima com a professora novata (inclusive sexual), ela não medirá esforços para consegui-lo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RirC8ijP3II/AAAAAAAAAHk/JY_PdYn-luc/s1600-h/notes+on+a+scandal+4.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056067876999388290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RirC8ijP3II/AAAAAAAAAHk/JY_PdYn-luc/s320/notes+on+a+scandal+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Infelizmente, o filme não consegue dar conta de desenvolver tão bem os seus personagens. As razões para os seus atos estão lá, mas sempre fica a impressão de que falta algo mais satisfatório. Além disso, algumas cenas são um pouco histriônicas, com o claro intuito de acentuar a carga dramática do filme, mas acabam soando exageradas e desnecessárias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mesmo assim, é inegável que o grande atrativo do longa sejam as interpretação de Judi Dench e Cate Blanchett (ambas indicadas ao Oscar). A insegurança e a ingenuidade da jovem professora adúltera ficam estampadas em sua expressão. E toda a rudeza e frieza de Barbara se acentuam na interpretação inspirada de Dench. Sem elas, com certeza, o filme não teria recebido tanta atenção. E se o roteiro fosse um pouco mais abrangente, a atenção teria sido maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-8213133215022480371?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/8213133215022480371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=8213133215022480371&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8213133215022480371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8213133215022480371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/filme-de-atriz.html' title='Filme de atriz'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RirBXSjP3GI/AAAAAAAAAHU/k34O4euUR2w/s72-c/notes+on+a+scandal+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1398641273698599583</id><published>2007-04-16T00:07:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:16.868-03:00</updated><title type='text'>Sonho e Paranóia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Em 2001, o diretor Richard Linklater lançou &lt;em&gt;Waking Life&lt;/em&gt;, um filme de animação feito através do processo de rotoscopia em que as cenas filmadas normalmente em &lt;em&gt;live-action&lt;/em&gt; são recobertas por animação gráfica, dando ao filme um aspecto de desenho animado. Esse ano chegou ao Brasil &lt;em&gt;O Homem Duplo&lt;/em&gt;, filme em que o diretor se utiliza da mesma técnica. Técnica essa que se ajusta muito bem dentro da proposta de cada filme. Se no primeiro há uma atmosfera constante de um sonho que nunca acaba, no segundo os personagens aparecem num ambiente de paranóia e ilusão diante da realidade, causada pelo uso das drogas. Vamos a eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Homem Duplo&lt;/strong&gt; (A Scanner Darkly, 2006)&lt;br /&gt;Cotação: 7/10 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RiLouWZvE0I/AAAAAAAAAG8/cgpNZhePEmQ/s1600-h/O+Homem+Duplo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5053857614848267074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 313px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px" height="191" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RiLouWZvE0I/AAAAAAAAAG8/cgpNZhePEmQ/s320/O+Homem+Duplo.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Baseado na obra do escritor de ficção científica Philip K. Dick, &lt;em&gt;O Homem Duplo&lt;/em&gt; se ambienta num futuro próximo e tem Bob (Keanu Reeves) como figura central. Ele é um policial disfarçado que investiga um grupo de drogados, dos quais se torna amigo, para descobrir a origem da poderosa Substância D, uma nova droga que tem viciado um número alarmante de pessoas. No entanto, o próprio Bob se torna dependente dessa droga. E para piorar, ele será escalado para investigar a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, por parte do personagem, a tentativa de lutar contra uma espécie de degradação de sua própria identidade. A confusão mental que vai tomando conta dele nos leva a pensar se aquilo que vemos na tela é real ou somente fruto da desordem de seu imaginário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A atmosfera de alucinação (a cena inicial, por exemplo, é angustiante) se acentua ainda mais pela presença e atitude dos "amigos" drogados, interpretados por Rory Cochrane, Woody Harrelson e Robert Downey Jr. Esse último, numa atuação louvável. A personagem enigmática de Winona Ryder completa o time dos &lt;em&gt;junkies&lt;/em&gt; e reserva para o final uma surpresa que resulta num tom melancólico, doloroso, mas irreversível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Waking Life&lt;/strong&gt; (Idem, 2001)&lt;br /&gt;Cotação: 5/10&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RiLo7WZvE1I/AAAAAAAAAHE/Mx9iNw0xZSA/s1600-h/Waking+life.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5053857838186566482" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px" height="199" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RiLo7WZvE1I/AAAAAAAAAHE/Mx9iNw0xZSA/s320/Waking+life.jpg" width="320" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Essa primeira experiência de animação autoral do Linklater é, visual e narrativamente, bem mais extrema do que a de &lt;em&gt;O Homem Duplo&lt;/em&gt; e um tom onírico permeia todo o filme. Um jovem que não consegue se libertar de seu próprio estado de sonho se vê cercado por personagens que passam o filme todo discutindo questões filosóficas acerca da existência humana, ou coisa que o valha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Inicialmente, &lt;em&gt;Waking Life&lt;/em&gt; (que pode ser traduzido como "Vida Desperta") se mostra uma experiência sensorial agradabilíssima, que enche os olhos com seu visual inovador e inebriante. Infelizmente, essa sensação vai se esvaindo à medida em que o filme transcorre e as discussões, existencialistas ou não, se tornam vazias e frágeis demais. Dão a impressão de conversa jogada fora. Além do mais, elas podem se tornar cansativas para quem não é acostumado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E talvez a grande sacada do longa seja esta: toda a verborragia é usada como pretexto para a inclusão do processo de animação, a única coisa que parece funcionar no filme (e muito bem). As explicações filosóficas não passam de discursos vagos. Isso me faz pensar que de tão complexa a condição do ser humano, mais vale o sonho do que a vida real. E a necessidade que temos de explicar cientificamente todas as cosas se opõe ao simples desejo de sonhar. Ou estou errado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1398641273698599583?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1398641273698599583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1398641273698599583&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1398641273698599583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1398641273698599583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/sonho-e-parania.html' title='Sonho e Paranóia'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RiLouWZvE0I/AAAAAAAAAG8/cgpNZhePEmQ/s72-c/O+Homem+Duplo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-8470870377111552255</id><published>2007-04-07T23:06:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:17.016-03:00</updated><title type='text'>Gente do Pelô</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Ó Pai, Ó&lt;/strong&gt; (Idem, 2007)&lt;br /&gt;Dir: Monique Gardenberg&lt;br /&gt;Cotação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050877105383058066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RhhR93aCqpI/AAAAAAAAAG0/HWmj4lA0Ux0/s320/o+pai+o.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;No último dia de Carnaval em Salvador, a dona de um cortiço no Pelourinho corta a água do local por falta de pagamento do aluguel. A confusão que se forma pelos moradores é só mais uma diante dos perrengues e situações que cada um tem para contar. Talvez isso tudo seja somente um pretexto para que a diretora Monique Gardenberg (&lt;em&gt;Benjamim&lt;/em&gt;) mostre um pouco da vida dessa gente. Na realidade, os personagens são tipos, pessoas comuns e populares naquele local. O filme, então, é uma celebração do povo do Pelô, que tem o seu dialeto próprio, sua identidade como um estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é aqui que surge o maior problema do filme: a caracterização dos personagens se mostra um tanto carregada. Realmente, as pessoas daquele local falam de forma arrastada, são desbocadas, escrachadas e têm um molejo natural no corpo, sim. Mas chega um momento que isso parece vir de graça, só pela simples necessidade de existir na tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o filme se aproveita desses personagens para construir uma crítica social interessante sobre aquele meio. As religiões que não se entendem (aqui nem as igrejas evangélicas nem o candomblé são poupados), o problema do racismo que ainda persiste, a prostituição que ganha espaço não só local, mas também no exterior, a tentativa de muitos que querem seguir carreira musical na terra do axé e sonham com o sucesso (será que consiguirão?), a mulher que tem um monte de filhos em casa, mas pratica abortos clandestinos, o homossexualismo assumido ou não, a ilegalidade do trabalho informal. E essa crítica toda se acentua ainda mais em contraste com a folia carnavalesca (o final, então, nos deixa algo para refletir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O time de atores também faz bonito em cena. Nem é preciso mais comentar a sempre ótima atuação de Lázaro Ramos. Mas a surpresa vem por conta dos rostos novos, a maioria do Bando de Teatro do Olodum, e não decepcionam. Destaque para Luciana Souza, que interpreta Joana, dona do cortiço e evangélica fervorosa, e para o travesti de Lyu Arrison, Yolanda . Wagner Moura, infelizmente, aparece num personagem por demais carregado, se mostrando quase dispensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cenas musicais (que contagiam até mesmo aqueles que não curtem o axé) surgem com uma naturalidade muito agradável, já que esse fervor musical parece brotar da alma daquele povo. Povo que pena, mas que não abre mão da folia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;PS: Vale a pena conferir o ótimo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tratoseretardos.blogspot.com/2007/04/v-l-v-pai.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#009900;"&gt;comentário&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; que o colega Chuchu (vulgo Ailton Fernandes) fez em seu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tratoseretardos.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#009900;"&gt;blog&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt; &lt;/span&gt;sobre o filme. Recomendadíssimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Postado por Rafael Carvalho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-8470870377111552255?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/8470870377111552255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=8470870377111552255&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8470870377111552255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8470870377111552255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/gente-do-pel.html' title='Gente do Pelô'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RhhR93aCqpI/AAAAAAAAAG0/HWmj4lA0Ux0/s72-c/o+pai+o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-6966689576176849382</id><published>2007-04-07T21:12:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:17.127-03:00</updated><title type='text'>Pra quem gosta de Quadrinhos nas Telonas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;300&lt;/strong&gt; (Idem, 2007)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dir: Zack Snyder &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cotação: 8/10&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050870542673029746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RhhL_3aCqnI/AAAAAAAAAGk/CD65mwnPEXw/s320/300_37.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Bem, acho que esse é o filme mais polêmico o qual já tive chance de comentar aqui..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que &lt;em&gt;300&lt;/em&gt; me alcançou de forma positiva. Contando a história da Batalha das Termópilas, em que o rei Leônidas (Gerard Butler) enfrenta o gigantesco império Persa comandado por Xerxes (Rodrigo Santoro), há de se levar em conta, primeiramente, que a intenção do diretor não é fazer um retrato fiel da realidade histórica, e sim adaptar os quadrinhos de Frank Miller (quem quiser saber mais acesse &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/300_esparta.cfm"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#009900;"&gt;http://www.universohq.com/quadrinhos/300_esparta.cfm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;); o que permite a ele todos os excessos de roteiro e fotografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah...a fotografia... Excepcional! Desde o início do filme me chamou a atenção a forma como as cenas pareciam ser montadas para uma peça de teatro, devido o contraste ocasionado pelos fundos completamente digitalizados. Somente mais tarde viria a entender que se tratava de uma histórias em quadrinhos, o que me deixou ainda mais satisfeita, pois tenho a impressão de que se cortamos a maioria dos frames e os imprimirmos em ordem teremos uma autêntica HQ, tamanha a qualidade da adaptação. Não posso deixar de citar também o sangue, jorrando em pequenos “blocos” - quase da cor vinho de tão escuros- e dos efeitos de câmera lenta que também contribuíram muito nas cenas de luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do resultado positivo no geral, o filme possui alguns elos fracos. Não entendi ainda se por falhas de roteiro ou pela escolha do elenco, a identificação do espectador com o exército dos 300 - assim como com o rei Leônidas – não é completa. As cenas são boas, nada entediantes, mas não levam a sobressaltos nem a uma torcida fervorosa pelas vitórias dos espartanos. Deixo a pergunta pra quem assistiu: ficou triste quando algum espartano morreu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra personagem mal desenvolvida foi a Rainha Gorgo. Interpretada por Lena Headey, tentou-se fazer de sua história um suporte emocional para a guerra, mostrando ao mesmo tempo a força da mulher espartana e tentando justificar a torcida pelo rei de Esparta, mas como eu expressei anteriormente: não colou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encerrar, como não falar do astro brasileiro que tem conquistado seu lugar ao sol em Hollywood? Rodrigo Santoro não teve no papel uma boa chance de mostrar grandes habilidades artísticas ou a mobilidade emocional que considero ser seu forte (como visto em &lt;em&gt;Bicho de sete cabeças&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Abril despedaçado&lt;/em&gt;). Tem ainda contra si a terrível digitalização que faz sua voz parecer a de um robô. Apesar disso, é correto em sua atuação e espero que represente evolução no que diz respeito a uma maior abertura do cinema internacional para com os filmes e atores brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;300&lt;/em&gt; pode não ser um grande marco no cinema mundial – como alguns críticos insistem em tentar provar - mas, como (quase) sempre, vale à pena pagar pra ver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-6966689576176849382?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/6966689576176849382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=6966689576176849382&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6966689576176849382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6966689576176849382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/300-idem-2007-dir-zack-snyder-cotao-810.html' title='Pra quem gosta de Quadrinhos nas Telonas'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RhhL_3aCqnI/AAAAAAAAAGk/CD65mwnPEXw/s72-c/300_37.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-8007959981466237117</id><published>2007-04-02T17:01:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:17.333-03:00</updated><title type='text'>Gritantemente açucarado</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Dreamgirls – Em Busca de um Sonho&lt;/strong&gt; (Dreamgirls, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Bill Condon&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rr_9ELCAojI/AAAAAAAAATY/xbYkrsFWQhQ/s1600-h/2+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098071551329215026" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rr_9ELCAojI/AAAAAAAAATY/xbYkrsFWQhQ/s200/2+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.thestar.com/images/assets/169522_3.JPG"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.thestar.com/images/assets/169522_3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A história de três cantoras negras da música soul que buscam alcançar o sucesso é o mote de &lt;em&gt;Dreamgirls&lt;/em&gt;. Infelizmente, sucesso é algo que não se pode dizer sobre esse filme de Bill Condon, pois a história, assim como os personagens, são extremamente mal escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é livremente baseado na história real do grupo The Supremes, embora os nomes dos personagens sejam diferentes no longa, para não dar tanto na cara. O grande problema é que o roteiro cai num sentimentalismo barato e forçado, envolto numa aura de brilho e purpurina irritantes. No entanto, quesitos técnicos como fotografia e figurino são bem cuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se por um lado o filme conta com ótimos atores, é uma pena que os personagens sejam tão mal construídos. Jennifer Hudson, por exemplo, que atua pela primeira vez num longa, é uma grata surpresa, mas seu personagem é o mais confuso. Oscila entre a determinação e a fragilidade de forma que nunca a entendemos ao certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eddie Murphy, por sua vez, acostumado a protagonizar somente comédias idiotas (das quais ele ainda não desistiu, já viram o trailer de &lt;em&gt;Norbit&lt;/em&gt;?), faz aqui um trabalho interessante, mas só. Já Beyoncé se preocupa mais em fazer caras e bocas do que atuar de verdade (nem sei se ela conhece o real significado da palavra "atuar"). Mesmo assim, Jammie Fox e Danny Glover fazem bons trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pior mesmo são os números musicais. Sem criatividade e muito monótonos é a grande fragilidade do longa já que este se trata justamente de um musical. Além disso, as moças não parecem cantar e sim gritar. Às vezes se confunde potência vocal com qualidade de voz, e em alguns momentos chega a ferir os ouvidos. Espera-se de um musical que as canções empolguem e não que nos façam tapar os ouvidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, é muito difícil entender como esse filme tenebroso conseguiu ganhar o Globo de Ouro de Melhor Filme Comédia/Musical no lugar do excelente &lt;em&gt;Pequena Miss Sunshine&lt;/em&gt;. Na verdade todos os outros indicados eram melhores: &lt;em&gt;Borat&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Diabo Veste Prada&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Obrigado por Fumar&lt;/em&gt;. Coisas de premiações hollywoodianas. Assim, por fora, &lt;em&gt;Dreamgirls&lt;/em&gt; tem brilho, mas por dentro é oco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-8007959981466237117?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/8007959981466237117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=8007959981466237117&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8007959981466237117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/8007959981466237117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/gritantemente-aucarado.html' title='Gritantemente açucarado'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rr_9ELCAojI/AAAAAAAAATY/xbYkrsFWQhQ/s72-c/2+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-2405228474003957130</id><published>2007-04-01T09:48:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:17.579-03:00</updated><title type='text'>Ponto para Woody Allen!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponto Final&lt;/strong&gt; (Match Point, 2005)&lt;br /&gt;Dir: Woody Allen&lt;br /&gt;Cotação: 9/10&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rg_J1x8VEII/AAAAAAAAAFs/fjYk1KPz--8/s1600-h/pontofinal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048475633082241154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rg_J1x8VEII/AAAAAAAAAFs/fjYk1KPz--8/s320/pontofinal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Um homem que se apaixona pela namorada do amigo. Cobiça, ambição, traição, crime. Alguma novidade? Todas. Woody Allen consegue fazer de um tema super explorado (inclusive anteriormente por ele) um surpreendente filme – e bota surpreendente nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou evitar sinopses, pois espero que todos tenham a chance de ver por si mesmos as esplêndidas reviravoltas proporcionadas pelo roteiro sem que eu tenha a chance de estragá-las. Preciso ressaltar, entretanto, coisas que me chamaram a atenção ao longo da película.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira delas a contrastante trilha sonora. Assistindo ao filme com amigos, ouvi o tempo todo: “lá vem a ópera de novo!”. Sim, é a dramática ópera que permeia os mais diversos momentos do drama. O incômodo que gera é proposital e totalmente cabível ao se constatar que as músicas acompanham a intensidade das cenas, sendo mais lentas nas de maior melancolia e romance e com tons mais altos durantes as de clímax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se destacar também as interpretações de Scarlett Johansson (Nola Rice) e Jonathan Rhys-Meyers (Chris Wilton). Ela, que tem sido amplamente usada por diretores em papéis feitos para mostrar sua beleza, teve em Match Ponit uma grande chance de mostrar talento e o fez. Já ele, sem exageros, apresentou uma das interpretações mais impecáveis à qual já tive acesso; com um personagem complexo nas mãos, o executa de forma sóbria e fugindo ao máximo dos estereótipos, o que faz – juntamente com o roteiro – com que torçamos para o protagonista da trama mesmo ao percebermos suas falhas de caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, impossível deixar de citar o fio condutor do filme que é a sorte. Logo no início Chris cita “Eu prefiro ter sorte do que ser bom”, e é exatamente essa a idéia trasmitida até o fim da película: suas ações, sejam elas boas ou ruins, estão diretamente ligadas à sua sorte – premissa confirmada pelo maravilhoso eco que liga a primeira cena do filme ( bola de ténis) à outra cena, semelhante a esta, que envolve uma aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por competência – e quem sabe uma pitada de sorte – Allen marcou mais um ponto em sua carreira, mas ao contrário do que sugere o título, parece estar longe de ser o último. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-2405228474003957130?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/2405228474003957130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=2405228474003957130&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2405228474003957130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2405228474003957130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/04/ponto-para-woody-allen.html' title='Ponto para Woody Allen!'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rg_J1x8VEII/AAAAAAAAAFs/fjYk1KPz--8/s72-c/pontofinal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-5829135913659527016</id><published>2007-03-27T17:03:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:18.186-03:00</updated><title type='text'>Lar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Terra Estrangeira&lt;/strong&gt; (Idem, 1995)&lt;br /&gt;Dir: Walter Salles e Daniela Thomas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rr_6krCAoiI/AAAAAAAAATQ/7u57tK3m-lw/s1600-h/5+estrelas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098068811140080162" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rr_6krCAoiI/AAAAAAAAATQ/7u57tK3m-lw/s200/5+estrelas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rgl5Tr1nv5I/AAAAAAAAAFk/OJxauOtTzpg/s1600-h/terra+estrangeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046698236537454482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rgl5Tr1nv5I/AAAAAAAAAFk/OJxauOtTzpg/s320/terra+estrangeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Revisto no pré-lançamento do Cineclube Lúcia Rocha, &lt;em&gt;Terra Estrangeira&lt;/em&gt; conta a história de Paco (Fernando Alves Pinto), um jovem estudante que depois da morte da mãe e da crise econômica do período Collor, tenta sair do país, mas só consegue isso através de contrabando que leva para Lisboa. Lá, ele se envolve com a emigrante brasileira Alex (Fernanda Torres).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentimento de patriotismo e o pertencer a uma nação são recorrentes no filme, e é como se o personagem principal representasse a necessidade do povo brasileiro de reencontrar esse sentimento (isso se já o tivemos algum dia). Mas antes disso, ele é o reflexo do brasileiro que perdeu as esperanças e se desencantou com seu próprio país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Terra Estrangeira&lt;/em&gt; é daqueles filmes que crescem no conceito quando submetidos a uma segunda visita. As imagens aparecem fotografadas num preto-e-branco belíssimo mesmo que retratem um momento tão deprimente da História do Brasil, quando a política econômica do governo Collor afundou o país (seria uma metáfora o navio encalhado visto ao fim da película?). Por se tratar de um momento tão infeliz, o preto-e-branco talvez denote uma tristeza pelo momento retratado, além de ser uma homenagem ao Cinema Noir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pena que Fernando Alves Pinto não consiga alcançar a mesma qualidade da interpretação de Fernanda Torres (que assim como a mãe, atua sempre bem). Destaque ainda para a ótima trilha sonora de José Miguel Wisnik. Cenas como a morte da mãe de Paco, a conversa deste com os contrabandistas numa mesa de bar, a segunda transa dele com Alex no carro e a cena em que ela canta Vapor Barato e chora ao mesmo tempo, sobreposta pela voz de Gal Costa, são primorosas, num filme não menos que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Depois da sessão no Cineclube, um rapaz fez um comentário pertinente sobre a obra do Walter Salles: ele percebeu nos filmes do cineasta que é recorrente os personagens estarem sempre em movimento, à procura de uma identidade, de um caminho, de um lugar. Interessante isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-5829135913659527016?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/5829135913659527016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=5829135913659527016&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/5829135913659527016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/5829135913659527016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/lar.html' title='Lar'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rr_6krCAoiI/AAAAAAAAATQ/7u57tK3m-lw/s72-c/5+estrelas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3809642487879469137</id><published>2007-03-27T10:17:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:18.386-03:00</updated><title type='text'>Vende-se um sonho</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;À Procura da Felicidade&lt;/strong&gt; (The Pursuit of Hapyness, 2006)&lt;br /&gt;Dir: Gabriele Muccino&lt;br /&gt;Cotação: 8/10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RgkmK71nv3I/AAAAAAAAAFU/Y8UoLw9EAvc/s1600-h/a-procura-da-felicidade01.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046606826748493682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RgkmK71nv3I/AAAAAAAAAFU/Y8UoLw9EAvc/s320/a-procura-da-felicidade01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Hollywood é alvo freqüente dos críticos de cinema por sua ávida tentativa de vender sonhos. Para muitos, À procura da felicidade é apenas mais um filme que pega carona nessa “batida” fórmula hollyoodiana e se aproveita dos dramas humanos para sensibilizar. Entretanto, o filme supera o senso comum ao evitar cenas melodramáticas como as que sempre se espera de películas do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Will Smith é Chris Gardner, um vendedor de aparelhos hospitalares; casado e pai de um filho, ele vive um momento de crise financeira e pessoal. Frustrado não apenas pelos rumos que encara nos negócios, mas também porque acredita não ter oportunidades para mostrar todo seu potencial, Chris investe num estágio não-remunerado para tentar ser um corretor na bolsa de valores de Nova York. A partir daí ele encara os mais diversos desafios para conseguir o que almeja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de viver várias situações adversas, Will (permitam-me a intimidade) dá ao personagem um tom real e palpável com o qual é impossível não se identificar, poupando-o de forma sábia de um mar de lágrimas ao qual poderia equivocadamente se submeter e tornando as cenas intensas e emotivas, mas sem exageros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dividindo a cena com o pai (no filme e na vida real) aparece Jaden Smith, que encanta com seu jeito mais criança e menos ator de interpretar. A relação de Chris com seu filho, retratada inicialmente como pano de fundo do filme, torna-se o ponto forte da trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando bem, o filme até pode não ser inovador e criativo, mas se temos a opção de comprar de Hollywood sonhos que se tornaram reais ou tiros vazios, fico com a primeira opção. Prefiro um sonho bem vendido, desses que não exponham carros, roupas ou beleza, e sim que mostrem que o caminho para a felicidade pressupõe um objetivo seguido de luta. Para quem acha que a felicidade não é um destino, não se preocupe, antes mesmo que um objetivo seja alcançado, outros aparecem, o que faz da felicidade uma eterna jornada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa Cangussú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3809642487879469137?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3809642487879469137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3809642487879469137&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3809642487879469137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3809642487879469137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/vende-se-um-sonho.html' title='Vende-se um sonho'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RgkmK71nv3I/AAAAAAAAAFU/Y8UoLw9EAvc/s72-c/a-procura-da-felicidade01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-3028414912859137943</id><published>2007-03-25T00:34:00.000-03:00</published><updated>2007-03-25T00:43:22.849-03:00</updated><title type='text'>Pré-lançamento do Cineclube Lúcia Rocha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Ocorreu nessa noite de sábado o pré-lançamento do Cineclube Lúcia Rocha com a exibição do filme brasileiro &lt;em&gt;Terra Estrangeira&lt;/em&gt; de Walter Salles e Daniela Thomas (pretendo escrever sobre ele aqui nesse espaço depois). A iniciativa é extremamente louvável e logo deve estar sendo oficializada e comunicada mais abertamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cineclube vai contar com exibições abertas à comunidade e eventos reservados para os sócios efetivos, que contribuirão com uma taxa mensal inicialmente de R$ 20,00 (acredito ser esse o valor). O Cineclube ainda não tem um local exato para funcionar, mas o Teatro Carlos Jeová surge como uma provável locação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto tem tudo para dar certo e pelo que eu pude perceber, pretende ser um espaço interessante para a discussão da Sétima Arte. Acredito que aqui em Conquista há muitas pessoas interessadas nessa área, só faltava uma iniciativa como essa. O Janela Indiscreta, cineclube que completa (ou completou) quinze anos de funcionamento, só é menos acessível por funcionar na UESB, dificultando a ida de muitas pessoas para as sessões. Mas o Cineclube Lúcia Rocha é uma grande promessa, só precisa da participação maior da comunidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Falando em Janela Indiscreta, na próxima terça-feira tem a exibição do ótimo filme &lt;em&gt;Syriana – A Indústria do Petróleo&lt;/em&gt;, às 17:30, no Teatro Glauber Rocha.     &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-3028414912859137943?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/3028414912859137943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=3028414912859137943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3028414912859137943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/3028414912859137943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/pr-lanamento-do-cineclube-lcia-rocha.html' title='Pré-lançamento do Cineclube Lúcia Rocha'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-4551253902862530819</id><published>2007-03-22T09:22:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:18.843-03:00</updated><title type='text'>Não tem de quê</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Obrigado por Fumar&lt;/strong&gt; (Thank You for Smoking, 2005)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Dir: Jason Reitman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Cotação: 7/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RgJ1u71nvzI/AAAAAAAAAE0/u2TkzrhIx7k/s1600-h/obrigado+por+fumar.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044723981805403954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RgJ1u71nvzI/AAAAAAAAAE0/u2TkzrhIx7k/s320/obrigado+por+fumar.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Nick Naylor (interpretado por Aaron Eckhart, visto recentemente em &lt;em&gt;Dália Negra&lt;/em&gt;) é o vice-presidente da Academia de Estudos do Tabaco. Sua função é defender o interesse do conglomerado dos produtores de cigarro e para isso o personagem conta com um poder de convencimento nato. À eloqüência de seu discurso, se acrescenta o carisma do personagem diante do público. &lt;em&gt;Obrigado por Fumar&lt;/em&gt; é, na verdade, uma crítica à indústria tabagista em forma de alegoria, o que torna mais prazerosa a sua apreciação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora se trate de um tema polêmico, o diretor Jason Reitman cria uma atmosfera descontraída e leve, parecendo nunca se levar a sério. Os diálogos são inteligentes e rápidos, ajudados pelas performances dos atores (Eckhart, por exemplo, consegue transmitir com muita eficiência o carisma de Naylor). Ainda temos, mesmo que em participações menores, ótimos atores em cena como Robert Duvall, William H. Macy e Maria Bello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, justamente por confiar demais na capacidade do protagonista de convencer, o roteiro derrapa em alguns momentos ao mostrá-lo por demais convincente, enfraquecendo os personagens com os quais ele se confronta, principalmente o senador vivido por H. Macy e a jornalista de Katie Holmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme ainda traz o anti-herói em sua vida pessoal. Mostra sua relação com o filho pequeno, que parece absorver os dotes do pai, o relacionamento amoroso com uma jornalista oportunista e a amizade com outros dois representantes importantes: uma da indústria de bebidas alcoólicas e outro de armas de fogo (eles se auto-denominam Mercadores da Morte). Numa cena muito interessante, Naylor chega a se vangloriar pelo fato de que o fumo mata muito mais pessoas no mundo que as armas ou o álcool. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;A pontada que o filme provoca é incisiva e ao mesmo tempo sarcástica. Não vem de forma pesada, mas ainda assim incomoda, principalmente porque é cinicamente verdadeira e necessária. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-4551253902862530819?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/4551253902862530819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=4551253902862530819&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4551253902862530819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/4551253902862530819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/no-tem-de-qu.html' title='Não tem de quê'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RgJ1u71nvzI/AAAAAAAAAE0/u2TkzrhIx7k/s72-c/obrigado+por+fumar.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1368641198512344698</id><published>2007-03-14T22:32:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:19.028-03:00</updated><title type='text'>Eu já vi isso</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Déjà Vu&lt;/strong&gt; (Idem, 2006)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Dir: Tony Scott&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Cotação: 4/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rfiir5JiSPI/AAAAAAAAAEE/xedtq7yxDTc/s1600-h/dejavu_31.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041958657800161522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rfiir5JiSPI/AAAAAAAAAEE/xedtq7yxDTc/s320/dejavu_31.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Existem filmes que só funcionam se conseguirem levar o espectador a embarcar numa viagem de loucuras que propõem. Déjà Vu é um desses filmes, mas infelizmente não conseguiu me convencer. A história envolve a volta no tempo para mudar acontecimentos trágicos. O problema não é o fato de a história ser um tanto quanto fantástica, mas de em nenhum momento parecer crível. Assim, o filme não consegue criar identificação na platéia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o roteiro parece bastante problemático e confuso. Pelo menos ao final, os pequenos detalhes se encaixam, embora para mim ainda exista um grande furo. Por que algumas modificações feitas no passado são evidentes e outras não, justamente a maior delas? Tem coisas que realmente não dá para engolir.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;E ainda temos que aturar Denzel Washington fazendo mais um papel de policial durão que lidera as investigações como se descobrisse as pistas por passe de mágica. Portanto Déjà Vu é um filme confuso, ingênuo e que se esforça para ter um final feliz e bonitinho. Não sei por que, mas eu já vi isso em algum lugar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1368641198512344698?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1368641198512344698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1368641198512344698&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1368641198512344698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1368641198512344698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/eu-j-vi-isso.html' title='Eu já vi isso'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/Rfiir5JiSPI/AAAAAAAAAEE/xedtq7yxDTc/s72-c/dejavu_31.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-2943879411454335799</id><published>2007-03-14T13:27:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:19.428-03:00</updated><title type='text'>É Tempo de Glauber!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfgpkJJiSOI/AAAAAAAAAD8/iXfakZfG3LE/s1600-h/glauber.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041825483749214434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfgpkJJiSOI/AAAAAAAAAD8/iXfakZfG3LE/s320/glauber.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há exatamente 68 anos, nasce na cidade de Vitória da Conquista aquele que viria a ser um dos cineastas mais importantes do Brasil. Glauber Rocha vai renovar o cinema nacional com uma proposta totalmente nova e revolucionária, que logo se expandirá pelo mundo. O projeto Janela Indiscreta juntamente com os centros acadêmicos dos cursos de Comunicação e História da UESB promovem, então, a Semana Glauber que se iniciou ontem com a exibição do filme &lt;em&gt;Que Viva Glauber&lt;/em&gt; e vai até a próxima sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da exibição de filmes, haverá alguns seminários que tratarão da influência do artista. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.uesb.br/ascom/ver_noticia_.asp?id=2101"&gt;Confira aqui a progração&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. E se &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;possível, não perca hoje às 18h a exibição do primeiro longa-metragem do diretor baiano &lt;em&gt;Barravento&lt;/em&gt;. Viva Glauber!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Rafael&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-2943879411454335799?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/2943879411454335799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=2943879411454335799&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2943879411454335799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/2943879411454335799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/tempo-de-glauber.html' title='É Tempo de Glauber!'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfgpkJJiSOI/AAAAAAAAAD8/iXfakZfG3LE/s72-c/glauber.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-1552131022411046159</id><published>2007-03-14T07:55:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:19.999-03:00</updated><title type='text'>O que esperar da sexta parte de uma seqüência?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Rocky Balboa&lt;/strong&gt; (Idem, 2006)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Dir: Sylvester Stallone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Cotação: 8/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RffU2ZJiSHI/AAAAAAAAADE/02rCuYeasNk/s1600-h/rocky.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041732338793465970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RffU2ZJiSHI/AAAAAAAAADE/02rCuYeasNk/s320/rocky.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Se a seqüência em questão for Rocky Balboa, iniciada em distantes 1976 com Rocky, um Lutador a resposta é simples: um filme bem dirigido e com atuação brilhante de Sylvester Stallone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme mostra a vida de Rocky, agora com quase 60 anos de idade, depois de seu afastamento dos ringues. Dono de um restaurante chamado Adrian’s – nome de sua falecida esposa - Rocky ganha a vida através da fidelidade de seus clientes, que se encantam ao ouvir as histórias do ex-lutador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira etapa da película é dado destaque ao fator emocional do personagem através de três elos com o passado: a memória de Adrian; seu relacionamento desastroso com o filho Rocky Júnior e a volta da personagem Marie (que aparece no primeiro filme). Além de dar fluidez ao roteiro e ajudar a criar um vínculo maior com os outros filmes da série, essa alternativa ajuda a fazer com que o boxe não seja o único atrativo do filme, sendo deixado para as partes finais da trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da boa cena de luta – filmada como uma transmissão para TV – cabe destacar que o desempenho físico não é o único obstáculo vencido por Rocky. Devo admitir que ao ver o trailer pensei que a velhice do campeão seria o único argumento encontrado para o deixar em situação desfavorável, se transformando no tema central do filme, mas o que se vê é um exemplo de que a superação dos nossos limites tem muito mais a ver com a perseverança e o apoio das pessoas que amamos – estejam elas ao nosso lado ou apenas em lembrança. São estes os principais critérios encontrados para vencer qualquer situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação de Stallone merece mais uma vez meus elogios. O novo-velho Rocky mantém as mesmas características do velho-novo Rocky, conseguindo diminuir (e muito) a distância entre os filmes. Jeito simples, fala arrastada, figurino pesado e rugas incomodamente reais se juntam à leveza com que o personagem é conduzido, mostrando que o ator venceu com glórias o último round da série. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-1552131022411046159?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/1552131022411046159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=1552131022411046159&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1552131022411046159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/1552131022411046159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/o-que-esperar-da-sexta-parte-de-uma.html' title='O que esperar da sexta parte de uma seqüência?'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RffU2ZJiSHI/AAAAAAAAADE/02rCuYeasNk/s72-c/rocky.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10660478804276451.post-6367954917048523786</id><published>2007-03-13T06:07:00.000-03:00</published><updated>2008-12-11T13:26:20.449-03:00</updated><title type='text'>Luz, Câmera... Ação!!!</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfZq45JiR_I/AAAAAAAAACE/h5PKAoeHw7c/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041334358533883890" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfZq45JiR_I/AAAAAAAAACE/h5PKAoeHw7c/s200/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfZq5JJiSAI/AAAAAAAAACM/uKfT3Ej79Y4/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo+2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5041334362828851202" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfZq5JJiSAI/AAAAAAAAACM/uKfT3Ej79Y4/s200/sem+t%C3%ADtulo+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Quando os irmãos Lumière criaram o cinematógrafo há mais de cem anos, eles nunca imaginariam que uma coisa chamada Internet daria espaço para que as pessoas pudessem emitir opiniões acerca de cinema, por exemplo. E para isso não é preciso ser nenhum expert, é só ter uma idéia na cabeça e um blog a disposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema nos alcança de uma forma única; nos afeta, incomoda, afronta, diverte... Pode até causar um julgamento negativo, mas nunca nos deixa indiferentes. A cada película somos novos indivíduos, com uma história a mais na cabeça que nos dá a chance de refletir e dividir o mundo através de nossos próprios olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a idéia deste blog não é apontar quais filmes são bons ou ruins (até por que esses conceitos são completamente subjetivos e pessoais), mas sim promover uma discussão sobre os filmes. E gostaríamos de contar com a participação dos leitores para que eles possam fazer comentários sempre que possível, bons ou maus, a favor ou contra. Afinal, a opinião do outro é sempre válida e se qualquer um tem o poder de emitir a sua, agora também tem o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, abençoados sejam os Lumière... E o Bill Gates também.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#ff0000;"&gt;Postado por Andressa e Rafael&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10660478804276451-6367954917048523786?l=cinematografo21.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematografo21.blogspot.com/feeds/6367954917048523786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10660478804276451&amp;postID=6367954917048523786&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6367954917048523786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10660478804276451/posts/default/6367954917048523786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematografo21.blogspot.com/2007/03/luz-cmera-ao.html' title='Luz, Câmera... Ação!!!'/><author><name>Andressa Cangussú</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06007744960542407693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jzIbQnO7GVo/RfZq45JiR_I/AAAAAAAAACE/h5PKAoeHw7c/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
